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Aliados pressionam para que escolha de sucessor de Campos seja adiantada

Tércio Amaral

Publicação: 16/08/2014 16:07 Atualização: 16/08/2014 16:37

O senador e candidato a deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) defendeu que o PSB anuncie o nome da ex-senadora Marina Silva como candidata à Presidência da República antes desta terça-feira (19), quando começa o guia eleitoral com a propaganda partidária. "O prazo de Marina não dá para esperar. O prazo de Marina não é de 10 dias. O prazo de Marina é terça-feira, dia 19, de aparecer como candidata. Ela é uma pessoa de absoluta confiança de Eduardo", disse.

A declaração do candidato demonstra o clima dentro da base de apoio do PSB, que já começa a entrar na fase de definição do substituto do ex-governador, que morreu na última quarta-feira (13), num acidente de avião em Santos, no litoral de São Paulo. Apesar de defender abertamente o nome de Marina como candidata, Jarbas, no entanto, não quis comentar quem poderia ou deveria ser o vice na chapa. Esta fase, para alguns socialistas, é a mais difícil.

Disputam a vaga alguns nomes do PSB, como os deputado Julio Delgado (MG) e Beto Albuquerque (RS). Os dois, em tese, seriam os favoritos na indicação, mas alguns nomes de Pernambuco, como o ex-deputado Maurício Rands, primo da viúva Renata Campos, e o irmão do ex-governador Eduardo Campos, Antônio Campos, também estariam sendo avaliados no partido. O nome do ex-ministro Fernando Bezerra Coelho, que é candidato ao Senado por Pernambuco, também foi lembrado, mas o partido não pretende tirá-lo da disputa no estado.

"Mas importante é cuidar das coisas. A gente está em ano eleitoral. Praticamente a 50 dias das eleições. Tem que cuidar do velório, do sepultamento de Eduardo, mas também cuidar da sucessão presidencial e da eleição aqui. Isso é importante, tem que fazer, não faz mal nenhum falar isso em público. São coisas concomitantes", defendeu Jarbas.

Luto
Jarbas esteve na residência do ex-governador Eduardo Campos, na manhã deste sábado (17) e visitou a viúva Renata Campos. "Não é fácil, mas não foi difícil falar com Renata. Ela é uma fortaleza. Conversamos, ela chegou a rir, me abraçou e disse "a vida é isso. A morte bateu na porta errada, mas é isso mesmo". Quem está segurando a barra aí é ela. Ela está segurando a barra aí dentro". Além do senador, passaram pela casa de Renata, o ex-governador Gustavo Krause (DEM), a deputada Raquel Lyra (PSB), entre outros.
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