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PSB escolhe Beto Albuquerque como vice de Marina Silva O deputado federal será oficializado como candidato na chapa amanhã, em Brasília

Denise Rothenburg

Amanda Almeida

Publicação: 19/08/2014 19:20 Atualização: 19/08/2014 19:51

Da campanha ao Senado para o cargo de vice: Albuquerque, 51 anos, é advogado (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press)
Da campanha ao Senado para o cargo de vice: Albuquerque, 51 anos, é advogado

Depois de um dia de disputas internas, o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), foi escolhido, nesta terça-feira (19/8), candidato a vice-presidente da República na chapa do partido. O nome dele será oficializado, ao lado da ex-senadora Marina Silva, candidata à Presidência, amanhã, em Brasília. A mudança ocorre depois da morte de Eduardo Campos na semana passada em acidente aéreo em Santos (SP).

Beto Albuquerque despontou como favorito na disputa pela vice na semana passada, quando o partido decidiu dois critérios para a escolha do nome: ser um quadro tradicional do PSB e ser ligado a Eduardo Campos. O deputado federal cumpre os dois requisitos. Mas, para se consolidar na disputa, ele precisou superar a resistência da ala pernambucana do partido, que reivindicava um nome local para a composição.

Este ano, Albuquerque disputava uma cadeira no Senado pelo Rio Grande do Sul, a pedido de Eduardo Campos, mas aparecia apenas em 3º lugar nas pesquisas. O PSB já consultou a ex-senadora Marina Silva, que deu aval à escolha. Ela tem bom relacionamento com o deputado.

Quem é
Ex-secretário de Infraestrutura e Logística do governo Tarso Genro (PT) no Rio Grande do Sul, Albuquerque se elegeu deputado federal pela primeira vez em 1998. No primeiro mandato, licenciou-se para ser secretário de Transporte do governo Olívio Dutra, no mesmo estado. É advogado e tem 51 anos.

Renata
A viúva de Eduardo, Renata Campos, também era cotada para assumir a candidatura a vice. Mas declinou do convite, alegando que precisa cuidar dos cinco filhos, o mais novo tem sete meses e ainda é amamentado.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: Sonia Maria de Sá
Renata declinou porque tem bom senso, serenidade para diferenciar momento de comoção e dor de escolha política. Não foi à toa que Eduardo Campos confiava nela para algumas decisões.Declinar do poder sempre é um grande exercício de humildade. Desejo que supere este longo período junto aos filhos. | Denuncie |

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