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PSB tem problemas em cinco dos seis estados em que venceu governo em 2010 Dos estados em que elegeram governadores em 2010, o partido só não tem problemas no Piauí - onde desistiu de lançar candidato em 2014

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 25/08/2014 06:01 Atualização: 25/08/2014 08:18

Tanto na guerra quanto na política, a estratégia de crescimento passa pela manutenção dos territórios conquistados para dar mais tranquilidade no planejamento de batalhas de longo alcance. O PSB, que sonhava eleger Eduardo Campos presidente da República - se não agora, ao menos em 2018 -, viu as esperanças acabarem com a queda do avião em Santos em 13 de agosto e terá de contentar-se em disputar o Planalto sob o comando de uma general “hospedeira” - Marina Silva - que deixará a legenda assim que a Rede Sustentabilidade for criada. Pior. Vê as conquistas de 2010 tornarem-se cada vez mais complicadas de se repetir.

Em cinco dos seis estados em que elegeu governadores há quatro anos — Pernambuco, Espírito Santo, Amapá, Paraíba e Ceará—, os socialistas estão bem atrás dos líderes na pesquisas de intenção de voto. No Piauí, o partido nem sequer tem cabeça de chapa, optando por concorrer a uma vaga para o Senado. Segundo fontes graduadas da legenda, o PSB corre o risco de apequenar-se justamente no momento em que era apontado como uma legenda emergente. A maior aposta de sucesso eleitoral é o senador Rodrigo Rollemberg, que está embolado em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para o GDF.

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A primeira baixa, significativa, veio quando o próprio Campos bateu pé no desejo de ser candidato ao Planalto. Governador do Ceará, Cid Gomes desembarcou do PSB, ao lado do irmão Ciro, por defender o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Os embates de Campos com os Gomes datam de 2010, quando Ciro queria ser candidato a presidente e o então governador de Pernambuco defendeu o apoio à Dilma. Naquela época, mesmo derrotados na disputa interna, os irmãos Gomes permaneceram no partido e Cid seria reeleito para mais um mandato.

Em 2013, contudo, quando o PSB desembarcou do governo federal e entregou os cargos, Ciro e Cid arrumaram as malas e foram para o Pros. Acabaram unidos ao PT. O PSB lançou um nome pouco expressivo, mas a disputa segue sendo liderada pelo peemedebista Eunício Oliveira.

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Autor: carlos carvalho
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