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Candidatos intensificam os ataques e as críticas aos concorrentes Ontem, (26/8), presidenciáveis se enfrentaram em debate na televisão

Denise Rothenburg

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Julia Chaib

Publicação: 27/08/2014 06:03 Atualização: 27/08/2014 08:14

São Paulo e Brasília — A seis semanas das eleições presidenciais e sete dias após o início da propaganda eleitoral, os candidatos ao Planalto calibram o discurso e, a partir de agora, intensificam os ataques e críticas aos concorrentes, alternando com propostas de governo. O espaço dos partidos no rádio e na televisão será influenciado pelas pesquisas e pelos debates, que começaram oficialmente, na noite de ontem, com as presenças dos sete principais presidenciáveis. Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSol), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB) participaram do debate na TV Bandeirantes, em São Paulo. Depois de uma pergunta sobre segurança pública, quando os candidatos tiveram tempo de responder sem réplicas, o evento esquentou com questões diretas feitas pelos próprios postulantes. Dilma, Marina e Aécio monopolizaram as perguntas, de uma forma geral demonstrando tranquilidade, apesar do nervosismo inicial.

O primeiro petardo envolvendo os três primeiros colocados partiu de Marina chamando Dilma para o ringue justamente na área social. Ela quis saber o que “deu errado” nos pactos pela educação, mobilidade urbana e controle da inflação que a presidente propôs depois das manifestações de junho de 2013. “Ora, eu acho que deu tudo certo, veja você”, respondeu Dilma.

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A presidente-candidata, por sua vez, atacou Aécio Neves referindo-se ao governo de Fernando Henrique como o do desemprego e da contenção de gastos. Aécio, no entanto, devolveu o tiro ao citar os petistas como aqueles que não apoiaram o Plano Real e que não dão aos antecessores o mérito pelas bases que permitiram o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Aécio, por sua vez, atacou Marina, citando incoerência na campanha da “nova política”. Marina respondeu que pretende, se eleita, governar com os melhores e direcionou o discurso para o esgotamento da polarização PT-PSDB. A partir de agora, pelo teor do primeiro teste ontem na Band, todos viraram alvos e nem os ditos “nanicos” se furtaram a entrar nessa arena.

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