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Adams acredita que decisão do TCU sobre bens de Graça Foster não mudará Para o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, o tribunal debateu exaustivamente o caso e, provavelmente, não bloqueará os bens da presidente da Petrobras

Julia Chaib

Publicação: 01/09/2014 21:37 Atualização: 01/09/2014 21:49

 (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)


O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse, nesta segunda-feira (1/8), não esperar mudanças na decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o bloqueio dos bens da presidente da Petrobras, Graça Foster. "Não creio que vá haver reversão do que já foi decidido no TCU", afirmou, na cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão.

Na última semana, a maioria dos ministros do TCU votou pela não inclusão de Graça na lista de pessoas com patrimônio bloqueado. O julgamento não foi concluído e acabou adiado porque o último ministro a votar pediu vista. "Esses ministros tomaram decisões sobre o tema e o debateram exaustivamente", disse Adams.



O TCU decidiu pelo bloqueio durante um ano do patrimônio de 11 pessoas apontadas como suspeitas de tomar decisões no processo de compra da refinaria de Pasadena (EUA). Entre eles, estão atuais e antigos executivos da empresa, como o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli. A compra da refinaria gerou perdas de US$ 793,2 milhões para a União.
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