Marina Silva promete continuar no PSB caso seja eleita presidente - Política - Correio Braziliense
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Marina Silva promete continuar no PSB caso seja eleita presidente Candidata disse em sabatina que não quer "instrumentalizar" a Rede Sustentabilidade, e dá a entender que continuará no PSB

Andre Shalders - Correio Braziliense

Publicação: 03/09/2014 15:39 Atualização: 03/09/2014 15:46

A candidata à presidência pelo PSB, Marina Silva, disse em sabatina que pretende continuar filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) caso seja eleita presidente da República. “Eu vou continuar como presidente da República, eleita pelo PSB, porque eu não quero instrumentalizar esse lugar (a Rede), disse ela, ao responder perguntas feitas por internautas durante uma sabatina promovida pelo Portal G1. “A Rede Sustentabilidade vai ter o meu apoio sempre, e teria o apoio de Eduardo Campos, mas nós estamos imbuídos de governar com todos os partidos”, continuou a presidenciável.

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No primeiro bloco, Marina repetiu duas vezes o bordão “vamos unir o Brasil”, adotado pela campanha. Ela voltou a atribuir a não obtenção do registro da Rede Sustentabilidade, negado em outubro passado pelo TSE, a uma “ação política”. “a criação da Rede não depende de mim. A Rede é um movimento social que tem diretórios nas 27 unidades da federação, nos vários municípios, que em menos de cinco meses conseguiu quase 1 milhão de assinaturas e que só não foi registrada por conta de uma ação política dentro dos cartórios”

Eutanásia e revisão da Lei de Anistia

No fim do primeiro bloco, Marina foi confrontada com uma série de perguntas ao estilo “pinga-fogo”, no qual deveria responder com poucas palavras sobre temas considerados polêmicos. A candidata rechaçou a possibilidade de legalizar a eutanásia; defendeu a adoção por casais homossexuais tal qual existe hoje; e também defendeu as normas atuais para o aborto.

Marina também se disse contrária ao fim do voto obrigatório e disse que é contra a revisão da Lei de Anistia, que hoje impede punições a ex-torturadores e ex-agentes do Estado que cometeram crimes durante a ditadura civil-militar (1964-1985). A candidata do PSB evitou respostas diretas em temas como a regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas, previsto na Constituição de 1988, e o fim do serviço militar obrigatório.

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