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Correio Braziliense

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Câmara aprova em votação simbólica requerimento que possibilita votar PEC

Com a quebra do interstício, a discussão e votação do mérito da PEC do teto em 1º turno poderá começar logo em seguida em uma nova sessão que será aberta

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postado em 10/10/2016 13:32

Agência Estado

A Câmara aprovou na tarde desta segunda-feira (10/10) em votação simbólica, requerimento que possibilita a votação em 1º turno nesta data, no plenário da Casa, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um teto para os gastos públicos. A oposição, porém, pediu votação nominal, que está sendo realizada neste momento.

Sem conseguir mobilizar deputados para realizar uma sessão plenária na última sexta-feira (7/10) o governo precisou aprovar esse requerimento, chamado de "quebra de interstício", para quebrar o prazo de duas sessões exigidas entre a votação de uma PEC nas comissões e no plenário da Câmara.

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A PEC tinha sido aprovada em uma comissão especial da Casa na quinta-feira, 6. O governo precisava, então, realizar uma sessão na sexta-feira e outra na segunda-feira, para poder votar a proposta nesta data. O Executivo, porém, não conseguiu reunir um quórum mínimo de 51 deputados para abrir uma sessão na sexta-feira.

Mérito
Com a quebra do interstício, a discussão e votação do mérito da PEC do teto em 1º turno poderá começar logo em seguida em uma nova sessão que será aberta. Para que a discussão seja iniciada, é preciso que pelo menos 257 deputados registrem novamente suas presenças em plenário.

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NESTOR
NESTOR - 10 de Outubro às 17:47
É um escândalo. O governo surfa na derrocada do lulopetismo para impor um embuste. É preciso mostrar que há um 'elefante na sala', que o rei está nu. O que se está tentando fazer de afogadilho é desmontar sem mais debates o (pavoroso e extemporâneo) estado social delineado na CF/88. Como o Legislativo não tem moral pra cortar gastos e alocar prioridades, está sendo convidado a se demitir, durante 20 anos, de sua prerrogativa de elaborar um orçamento realista e decente. Como Ulisses, o CN está se amarrando no mastro do navio pra não sucumbir, como sempre, ao canto das sereias. A base ou patamar de gastos está degradada pela depressão, e fazer crer que possa se estender por vinte anos, quase uma geração, é chamar de idiotas os que observam tudo estupefatos. Os magistrados sabem onde lhes doem os calos.

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