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Cartazes sugerem mudança de cor do sangue para 'tirar o Brasil do vermelho'

Papel pregado na Asa Norte foi atribuído ao Movimento Brasil Livre (MBL). No entanto, o movimento nega ser o autor e diz ser atitude quem quer ridicularizá-los

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postado em 20/10/2016 11:29 / atualizado em 20/10/2016 11:51

Correio Braziliense

Um cartaz chamou a atenção de quem passava pelas ruas da Asa Norte na manhã desta quinta-feira (20/10). Afirmando que o Movimento Brasil Livre (MBL) declarava total apoio à campanha do Governo Temer com “Vamos Tirar o Brasil do Vermelho”, a publicação pedia o apoio da população para mudar, inclusive, a cor do sangue. O papel diz que vermelho é a cor do comunismo e a cor do PT, portanto, deve ser varrido do Brasil. “Nosso sangue tem a cor do PT, por uma falha da natureza. Vamos varrer já essa aberração”, sustenta o cartaz.

Rodolfo Costa/CB/D.A Press


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 Os autores ainda sugerem que as pessoas utilizem um medicamento que, segundo médicos canadenses, supostamente, deixaria o sangue verde. “Cor essa que representa uma ponte para o futuro”, diz. O remédio realmente existe, sendo utilizado para o tratamento de enxaquecas. No entanto, não tem efeito de modificar a coloração do sangue. O cartaz afirma, ainda, que a transformação do sangue para verde está comprovada numa revista científica chamada The Lancelot. Conforme apurado, a publicação não existe.

O líder do MBL, Kim Kataguiri, disse ao Correio que conversou com o núcleo do movimento em Brasília para ter mais informações e afirmou que os cartazes não são do MBL. “Parece coisa de quem quer ridicularizar o movimento”, criticou. Kim disse, ainda, que afirmar que a cor do sangue é aberração da natureza “parece ligeiramente exagerado.” Não se sabe quem está colando os cartazes pela cidade.

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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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ednilson
ednilson - 20 de Outubro às 20:33
Inutilidade dar mídia a esses fanfarrões.
 
Fernando
Fernando - 20 de Outubro às 14:49
O MBL, não precisa ser ridicularizado, já é ridículo .Movimento de desocupados.

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