Renan Calheiros fura com centrais e não comparece em ato contra governo

O compromisso ainda consta na agenda oficial do parlamentar, e a assessoria de imprensa de Renan não atendeu à reportagem para confirmar se houver alguma mudança

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postado em 24/05/2017 11:59 / atualizado em 24/05/2017 12:11

Marcelo Camargo/Agência Brasil
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), "deu o bolo" nas lideranças sindicais e não discursou no ato "Ocupa Brasília", nesta quarta-feira, 24, contra as reformas estruturais do governo Michel Temer. Mais de meia hora após o horário previsto para o pronunciamento, que seria às 10h, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, ainda tentava contato com Renan por telefone. "Ontem ele disse que viria, ainda deve estar dormindo", brincou


A participação do alagoano foi acertada durante reunião com as centrais sindicais na terça-feira, 23, no gabinete da liderança do PMDB. Pessoas próximas ao senador, entretanto, estranharam a sua decisão por considerar que isto não é do seu perfil e que ele poderia ser mal recebido pelos manifestantes.

O compromisso ainda consta na agenda oficial do parlamentar, e a assessoria de imprensa de Renan não atendeu à reportagem para confirmar se houver alguma mudança. Paulinho também disse que contava com a participação de aliados de Renan, como os senadores Kátia Abreu (PMDB-TO) e Eduardo Braga (PMDB-AM), e do presidente da CPI da Previdência, Paulo Paim (PT-RS). Nenhum dos três havia chegado até a publicação desta matéria.

Os organizadores do ato anunciaram em diversos momentos que seria feito um "ato político" com parlamentares da Câmara e do Senado. Após esperarem por quase uma hora, as falas estavam sendo conduzidas por Paulinho e pelo deputado Bebeto (PSB-BA).
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Marcus
Marcus - 24 de Maio às 15:00
Como acreditar num país,que permite uma (pessoa) como esse,senador? Enquanto não limparmos o congresso, e todos os cargos políticos repleto de bandidos,não seremos uma nação descente.Há anos,deveria estar na cadeia.
 
Marcus
Marcus - 24 de Maio às 15:00
Como acreditar num país,que permite uma (pessoa) como esse,senador? Enquanto não limparmos o congresso, e todos os cargos políticos repleto de bandidos,não seremos uma nação descente.Há anos,deveria estar na cadeia.