Mesmo sem analisar papel, advogado de Aécio não vê irregularidade em CX2

Segundo nota enviada por advogado, defesa espera ter acesso ao papel "para demonstrar que não se refere a qualquer irregularidade"

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Ed Alves/CB/D.A Press


A Defesa de Aécio Neves (PSDB-MG) alega que nada do que foi encontrado no gabinete e nas residências, divulgado ontem em relatório da Polícia Federal, compromete o senador afastado, nem mesmo o papel com a inscrição "CX2", que ainda não foi analisado pela defesa. 

Durante a Operação Patmos, deflagrada no dia 18, a PF apreendeu comprovantes de depósitos, obras de arte e anotações, entre elas a inscrição “CX 2”, interpretada pela PF como referência a pagamentos de caixa 2. 

Segundo nota enviada hoje por Alberto Toron, advogado do tucano, a folha que contém essa inscrição ainda é desconhecida pela defesa, que aguarda “o mais rapidamente possível ter acesso a esse ‘papel’ para demonstrar que não se refere a qualquer irregularidade”. 

Torno afirma ainda na nota que o quadro encontrado com a assinatura do pintor Portinari foi uma pintura feita especialmente para o ex-presidente Tancredo Neves, avô de Aécio, em 1961. “Além de estar na família há quase 60 anos, o quadro consta de todas as principais publicações sobre o autor com referências ao seu proprietário”, esclareceu.
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José
José - 28 de Maio às 06:57
Só falta aos advogados do Aécio dizer que as iniciais CX2, que refere-se ao modelo de um carro.