Lula segue na liderança para 2018; Marina e Bolsonaro empatam em 2º

O petista teria entre 29% e 30% das intenções de voto e os dois presidenciáveis em segundo lugar tem, respectivamente, 16% e 15%

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postado em 26/06/2017 12:39

Nelson Almeida/AFP
Pesquisa sobre intenções de voto para as eleições presidenciais de 2018, feita pelo instituto Datafolha e divulgada nesta segunda-feira (26/6), pelo jornal "Folha de S Paulo", indica que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manteria na liderança na disputa, atrás do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) e da ex-senadora Marina Silva (Rede), tecnicamente empatados. O petista teria entre 29% e 30% das intenções de voto e os dois presidenciáveis em segundo lugar tem, respectivamente, 16% e 15%. O cenário não é diferente da pesquisa do instituto divulgada em abril. 

O deputado federal oscilou positivamente. Com 8% das intenções de voto em dezembro do ano passado, Bolsonaro apareceu com 14% em abril e, agora, apresenta 16%. Já a ex-senadora caiu um ponto porcentual nas intenções. 

Neste cenário, a pesquisa considerou uma eventual candidatura do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 8% das intenções de voto. No último levantamento, o tucano tinha 6%. Porém, sua rejeição aumentou de 28% para 34% - é a segunda maior, após a rejeição de Lula, de 46%. Bolsonaro aparece com a terceira maior rejeição, 30%.

O cenário para primeiro turno em que o prefeito de São Paulo João Doria aparece como presidenciável é similar, porém Doria se sai melhor que Alckmin, com 10%. A rejeição do prefeito, porém, é bem menor que a de Alckmin, 20%.

Quando o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa é incluído no levantamento, ele vence os tucanos nas duas situações e aparece com 11% dos votos, no cenário com Alckmin, e 10%, no cenário com Doria. 

Já num cenário em que o juiz Sérgio Moro é colocado, o magistrado alcança segundo lugar no primeiro turno, com 14% das intenções de voto, numericamente empatado com Marina Silva e tecnicamente empatado com Bolsonaro, que surge com 13%. 

Sem nenhum candidato do PT, Marina lidera com 22% e Bolsonaro surge com 16%. Em seguida, estariam Joaquim Barbosa, com 12%, e Ciro Gomes (PDT) e Alckmin com 8%. O cenário é parecido quando o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) é colocado como candidato, que só tem 3% das intenções de voto. 

Na pesquisa de abril, o instituto ainda incluiu o senador Aécio Neves (PSDB) entre os presidenciáveis. Afastado do cargo pela Corte após polêmica envolvendo gravação com o empresário da JBS, Joesley Batista, o senador não apareceu na contagem. O presidente Michel Temer (PMDB) também não foi considerado.

No segundo turno, Lula também sairia vencedor em todas as possibilidades, exceto com Marina, que aparece empatado com 40%, e com o juiz federal Sérgio Moro. Com o magistrado responsável por julgar dois de seus processos na Lava Jato, Lula sairia numericamente perdedor, com 42% das intenções contra 44% de Moro, mas tecnicamente empatado.

Contra Alckmin, Doria e Bolsonaro, Lula sairia com 45% das intenções de voto contra, respectivamente, 32%, 34% e 32% das intenções de voto para os adversários.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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José
José - 26 de Junho às 21:49
Lamento profundamente em dizer: muita gente no brasil está insano. Pare e coloque a cabeça em cima do pescoço. Colocar o Lula na presidencia novamente é a mesma coisa de colocar o pais em um barco furado no mar de ondas brutais. Já não confio em mais nada, estou totalmente desiludido.
 
Marcia
Marcia - 26 de Junho às 20:30
CADA POVO TEM O GOVERNO QUE ME-RE-CE!!!!!!!!!!!! E............ SÓ MAIS UMA: ESTE NÃO É UM PAÍS SÉRIO!
 
Ramiro
Ramiro - 26 de Junho às 19:31
A Folha deveria fazer outra pesquisa: Quantos brasileiros querem ver Lula na cadeia? Creio que mais de 70% dos brasileiros!!!
 
Vaneide
Vaneide - 26 de Junho às 18:55
Quebrou o país e agora quer voltar, pra que? de novo não.
 
Edison
Edison - 26 de Junho às 14:08
Refletia sobre todos os escândalos de corrupção que surgiram após a eleição de Lula em seu primeiro mandato como presidente. Com base nos índices de intenção de voto para presidente em 2018, Lula não poderia ter pensado em cabo eleitoral melhor. Quanto ao Brasil e o brasileiro adoram e idolatram a contravenção. Que venha logo 2018 e vamos tirar isto a limpo!