Mesmo sem tornozeleira, desembargador decreta soltura de Geddel Vieira

Preso na Papuda, ex-ministro de Temer deve deixar o Complexo Penitenciário da Papuda ainda na noite desta quarta-feira

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postado em 13/07/2017 20:57 / atualizado em 13/07/2017 21:05

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
 O presídio da Papuda já recebeu o pedido de soltura do ex-ministro Geddel Vieira Lima, detido no Complexo Penitenciário do DF. Nesta quinta-feira (13/7), o Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), havia autorizado a saída do político, colocando-o em prisão domiciliar. Por meio de nota, a Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), ligada à Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social (SSP/DF), porém, havia mantido ele preso por falta de tornozeleira eletrônica, em falta no DF. O aparelho monitora presos que respondem suas penas em liberdade. Porém, o desembargador Ney Bello ordenou a soltura dele, mesmo sem o equipamento.

 O Ministério Público Federal (MPDF) pediu, nesta quinta-feira, novamente a prisão preventiva de Geddel Vieira.  Para os procuradores Anselmo Lopes e Sara Moreira Leite novos elementos colhidos na investigação mostram que Geddel cometeu os crimes de exploração de prestígio e tentou embaraçar às investigações.

Os procuradores se baseiam nos depoimento do corretor Lúcio Bolonha Funaro e de sua esposa, Raquel Pitta. Os dois detalharam os contatos feitos pelo ex-ministro.
 
Porém, o juiz titular da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, Vallisney Oliveira, rejeitou um novo pedido de prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima que o Ministério Público Federal apresentou após o peemedebista ter a soltura determinada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
 
Ao decidir sobre o pedido, Vallisney de Oliveira disse que o desembargador Ney Bello já havia analisado o depoimento da mulher de Lúcio Funaro, Raquel Pitta. Assim, segundo Vallisney, uma "nova prisão cautelar, em exame a priori, afronta decisão do TRF-1". Fazendo também uma avaliação própria sobre o pedido, Vallisney afirmou que "os fatos apresentados pelo Ministério Público não são novos e, sim, fazem parte do contexto que levaram à concessão do habeas corpus". 

 


 

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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José
José - 15 de Julho às 08:20
A "ORDE" era SOLTAR ! ! ! - - - - Não interessa como ! ! !
 
José
José - 14 de Julho às 09:18
Cuidados com seus BOLSOS, gente ! ! !
 
Carlos
Carlos - 13 de Julho às 22:53
Justiça prova, mais uma vez, que é cega.