Ao lado de Alckmin, Doria evita falar sobre candidatura em 2018

Ao lado do governador numa entrevista dada no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo paulista, Doria afirmou que tanto ele quanto Alckmin estão preocupados com a gestão pública

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postado em 28/08/2017 19:41

Divulgação/Governo de São Paulo/Gilberto Marques/A2img

 
Ao participar nesta segunda-feira (28/8) de evento ao lado do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito da capital paulista, João Doria, ressaltou seu foco na gestão municipal e, numa referência a rumores sobre a disputa entre ambos pela indicação do PSDB à eleição presidencial do ano que vem, assinalou que, enquanto alguns perdem tempo com "fofocas", os dois fazem parcerias em políticas públicas.
 

Doria evitou responder, contudo, se pretende ser candidato na corrida pelo Palácio do Planalto do ano que vem. "Não se trata de descartar, nem de encartar, trata-se de priorizar e a prioridade é a prefeitura de São Paulo", disse o prefeito quando questionado se descartaria concorrer pelo pleito do qual Alckmin, seu padrinho político, já manifestou interesse.

Ao lado do governador numa entrevista dada no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo paulista, Doria afirmou que tanto ele quanto Alckmin estão preocupados com a gestão pública. "Estamos imunes a esse tipo de colocação ou posições dessa natureza. Nosso grande objetivo é fazer gestão", assinalou em mais uma resposta sobre quais são suas ambições em relação às eleições do ano que vem.

Mais cedo, durante a cerimônia de lançamento de um edital conjunto envolvendo o processo de concessão do sistema que gerencia o bilhete único do transporte público paulista, Doria já tinha destacado a parceria entre os dois tucanos num momento em que se ouve o que chamou de "fofocas" a respeito da dupla.

Alckmin, por sua vez, falou mais abertamente sobre as eleições de 2018. Questionado a respeito de um levantamento do instituto Ipsos que mostra que a imagem de lideranças tucanas está mais desgastada do que a do ex-presidente Lula, avaliou que pesquisas realizadas um ano e meio antes das eleições têm "significado modesto" e pediu que se aguarde o início do processo eleitoral.

"O que vai valer no ano que vem é um grande projeto para o Brasil de retomada do crescimento, emprego, renda, reformas que deem competitividade, reformas estruturantes. O País tem tudo para se recuperar, mas não vai fazê-lo por voluntarismo", afirmou o governador.
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