Evangélicos impulsionam Bolsonaro e Marina e derrubam Lula, diz Datafolha

No quadro geral, Lula tem entre 35% e 36% das intenções de voto nos cenários nos quais seu nome é testado, liderando a pesquisa Datafolha

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postado em 23/10/2017 12:46

Apu Gomes/AFP
 
A um ano das eleições, pesquisa Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (23/10), na Folha de S. Paulo aponta o peso da religião nos votos dos pré-candidatos à Presidência da República em 2018. Os votos de católicos (52% da população) e de evangélicos (32%) impulsionariam o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) na corrida presidencial, mas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como primeira opção do público geral e entre eleitores das duas religiões.

No quadro geral, Lula tem entre 35% e 36% das intenções de voto nos cenários nos quais seu nome é testado, liderando a pesquisa. Nos cenários com Lula, Bolsonaro teria entre 21% e 22% das intenções de votos evangélicos, e Marina, com 17% das intenções em ambos os cenários. Já entre os católicos, o petista ampliaria a margem. Lula teria 40% das intenções de votos, enquanto Bolsonaro teria entre 13% e 14% das intenções e Marina, de 11% a 12%.

Se Lula não for candidato, a ex-senadora tem ainda mais força com o público evangélico, são 27% das intenções de voto, contra 23% no público geral. Nesse cenário, Bolsonaro viria em segundo, com 23Ús intenções do público evangélico e 18%, do geral. Entre os católicos, Marina aparece com 21% e Bolsonaro, 16%.

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), conta com 8%a 10% das intenções de votos do público geral, de 7% a 9% de católicos e evangélicos nos dois cenários.
Rejeição

Os evangélicos rejeitam mais Lula (46%) e menos Bolsonaro (27%) e Marina (21%) do que a média da população. Já a rejeição dos católicos com Lula é menor (39%), porém maior se comparado a de Bolsonaro (34%) e de Marina (29%). Entre os nomes que figuram na lista, o do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, é que sofre menos rejeição, com 19%. Ele, contudo, não se declara candidato, embora converse com algumas legendas.

Entre os tucanos, João Doria é menos rejeitado do que o seu padrinho político, governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O prefeito possui 25% de rejeição do público geral, ante 31% do governador. Já entre católicos, Doria é rejeitado por 25% e Alckmin por 33%, enquanto que, entre os evangélicos, a rejeição do prefeito é de 22% contra 28% do padrinho.

A pesquisa foi realizada entre 27 e 28 de setembro com 2.772 entrevistados em 194 cidades. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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isna
isna - 29 de Outubro às 11:36
Estão misturando religião com política, porque. os seguidores evangélicos não sabem votar, o pastor dar as cartas e os seguidores pensa que vão para os céus.
 
Marcus
Marcus - 26 de Outubro às 11:04
Por que,vemos o nome do criminosos Lula como candidato?Devemos mudar este país.O Congresso repleto de bandidos,deve ser fechado,só assim mudamos este país.
 
Marcos
Marcos - 26 de Outubro às 09:15
O povo brasileiro tem que aprender a votar! A unica forma de tentarmos mudar a situação politica no país é através do voto. NÃO VOTEM em candidatos a reeleição, nas figurinhas carimbadas, nas próximas eleições, estudem seus candidatos, procurem quem nunca fez parte dessa corja que temos a anos, nos roubando e tirando direitos! POVO BRASILEIRO, ACORDA!!! Marina é cria do Lula, assim como Dilma,Bolsonaro perpetuou seu mandanto, virou profissão, e nunca fez nada pelo país!! ESTUDEM SEUS CANDIDATOS, VAMOS RENOVAR TODA A POLITICA NACIONAL! Temos que tentar alguma coisa!!! NÃO VOTEM EM CANDIDATOS PROFISSIONAIS!!! NÃO REELEJAM NINGUÉM...VAMOS RENOVAR O CONGRESSO!!! VOTEM CONSCIENTES!
 
LUIZ
LUIZ - 24 de Outubro às 09:19
Marina é furada.