Médico Kalil Filho acompanha situação do presidente Temer a distância

Temer passou mal por volta do meio-dia, com dificuldades de urinar e, só depois que foi atendido no Planalto e constatou-se a necessidade de exames mais detalhados

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postado em 25/10/2017 16:03

Evaristo Sá/AFP
Médico do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo e cardiologista do presidente Michel Temer, Roberto Kalil Filho, está em contato com a equipe médica que atende o presidente neste momento no Hospital Militar em Brasília. De acordo com o secretário de Comunicação do presidente, Márcio de Freitas, Temer passou mal por volta do meio-dia, com dificuldades de urinar e, só depois que foi atendido no Planalto e constatou-se a necessidade de exames mais detalhados, ele foi transferido para o Hospital do Exército. Então, fizeram contato com seu médico particular.
 

Temer deu entrada no hospital às 12h50 e as informações preliminares do hospital são de que o presidente não tem indicação cirúrgica. O secretário de Comunicação da Presidência informou que só será possível falar em alta ou em transferência para São Paulo após o resultado dos exames. Há pouco, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) chegou ao hospital para ter notícias do presidente. 

Depois de desistir de escalar o porta-voz para comentar o caso, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República divulgou uma nota oficial informando que Temer teve um desconforto no fim da manhã de hoje e foi consultado no próprio departamento médico do Palácio do Planalto. "O médico de plantão constatou uma obstrução urológica e recomendou que fosse avaliado no Hospital do Exército, onde se encontra para realização de exame e devido tratamento", diz o texto. 

De acordo com fontes, Temer teve uma hiperplasia na próstata e não conseguia urinar. Por isso teve de fazer a desobstrução.

Temer, que completou 77 anos em setembro, fez um check-up recentemente em São Paulo e, segundo seus auxiliares, o estado de saúde do presidente era normal. Temer cumpria agenda normalmente nesta quarta-feira (25/10), dia em que a segunda denúncia contra ele pode ser apreciada pelo Plenário da Camara dos Deputados.
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