Temer afirma estar otimista para votação da reforma da Previdência

Após a cerimônia de lançamento do programa Avançar, o presidente afirmou ainda que a reforma é para "cortar os privilégios e proteger os mais pobres e vulneráveis"

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postado em 09/11/2017 16:56

EVARISTO SA

 

O presidente Michel Temer afirmou a pouco, após a cerimônia de lançamento do programa Avançar, que continua otimista quanto a importância de se votar a reforma da Previdência. "Veja, que quando apontamos as dificuldades, a bolsa caiu 3%. Isso foi um alerta quanto a necessidade de se aprovar a reforma. No dia seguinte, quando deixamos claro que ela seguiria, o dólar voltou a cair e a bolsa subiu novamente" disse o presidente.

 

Temer destacou as reuniões realizadas nos últimos dias, incluindo o café da manha de hoje com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia e acredita que seja possível votar a proposta. "O importante é mostrar que essa reforma é para cortar os privilégios e proteger os mais pobres e vulneráveis" afirmou.

 

O presidente também reconheceu que poderá ter de fazer mudanças na esplanada e lembra que "sempre que se governa, mudanças assim são cogitadas". Temer evitou, contudo, dar uma data para a reforma, mas lembrou que vários ministros deverão deixar o cargo para concorrer nas eleições de 2018.

 

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No discurso, durante o lançamento do programa que pretende retomar aproximadamente 6 mil obras paralisadas, o presidente afirmou que ao longo desses 17 meses de gestão, esse governo foi contestado por diversas vezes. "Fomos contestados do ponto de vista da oposição aguerrida e orgânica que não aceitada o governo posto e legitimado. Depois, fomos contestados do ponto de vista moral, mas eu sempre afirmei que as coisas viriam à luz", lembrou.

 

Temer citou especificamente o período em que o governo teve que se defender do congresso e das denuncias encaminhadas pela Pocuradoria Geral da República (PGR). "Ao longo dos últimos cinco meses, muita gente temeu por uma crise política, mas veja só, debelada a recessão, foi nesse período que a economia voltou a crescer", disse o presidente.

 

 

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