Alerj decide soltar Jorge Piccianni e outros dois

Para que os três parlamentares tivessem as prisões revogadas eram necessários, no mínimo, 36 votos

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postado em 17/11/2017 17:34 / atualizado em 17/11/2017 17:46

Fernando Frazão/Agência Brasil


Por 39 votos favorávei, 19 contrários e uma abstenção, os deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) decidiram soltar o presidente da Casa, Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, atualmente na liderança do governo. Os parlamentares seguiram a recomendação de revogar as prisões dos parlamentares feita anteriormente pela Comissão e Constituição e Justiça (CCJ).


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Eles foram detidos na quinta-feira (16/11), durante a Operação Cadeia Velha, acusados dos crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A operação que investiga os deputados peemedebistas do Rio de Janeiro foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) na terça-feira (14/11), e é um desdobramento da Operação Lava-Jato. Além do presidente da Alerj, Jorge Picciani, também são alvos da PF os filhos do parlamentar e um dos maiores empresários do setor do transporte público do Rio, Jacob Barata Filho.

De acordo com as investigações, o esquema criminoso mantido por servidores, políticos e órgãos fiscalizadores, entre outros agentes, teria movimentado cerca de R$ 260 milhões. Só o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) teria recebido R$ 122,8 milhões em propina entre 2010 e 2016 – ele deixou o cargo em 2014.
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