Deputado que levava queijo na cueca não poderá voltar a trabalhar na Câmara

Preso na Papuda por falsificação de documentos, Celso Jacob já foi pego tentando entrar no presídio com comida dentro da cueca

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postado em 30/11/2017 18:55 / atualizado em 30/11/2017 19:06

Câmara dos Deputados/Divulgação


A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um pedido do deputado Celso Jacob para voltar a trabalhar durante o dia na Câmara dos Deputados. Ele está preso desde junho deste ano, após perder um processo criminal por falsificação de documento público e fraude em licitação. A autorização para que ele fosse para a casa legislativa foi suspensa na semana passada, após um pedido do Ministério Público.
O MP alegou que falta fiscalização nas atividades parlamentares de Celso Jacob. A decisão da ministra ainda deve ser apreciada pelo plenário da 6ª turma da corte, que tem quatro ministros. Os crimes protagonizados por ele ocorreram quando o parlamentar era prefeito da cidade de Três Rios, no Rio de Janeiro, entre os anos de 2001 a 2008. 

Celso Jacob tem autorização para sair do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Papuda nos fins de semana. Mas, em 19 de novembro, ele foi pego com dois pacotes de biscoito e um de queijo provolone dentro da cueca, ao retornar ao centro de detenção. Por conta disso, ele foi levado para o isolamento por seis dias. Em nota, a assessoria do deputado afirmou que ele "estava com os alimentos por conta de recomendações médicas de se alimentar a cada três horas."
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