Cármen Lúcia prorroga inquérito que envolve Odebrecht, Renan e Jucá

Prazo foi estendido a pedido da Polícia Federal, que alegou precisar de mais tempo para concluir as investigações. Senadores são acusados de receber propina

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postado em 05/01/2018 12:01 / atualizado em 05/01/2018 12:19

Carlos Moura/CB/D.A Press
 
 
A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 30 dias o inquérito que corre na Corte contra os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR).
 

Os parlamentares são acusados de receber R$ 5 milhões em propina da Odebrecht. A Polícia Federal solicitou 60 dias para concluir a investigação, mas a ministra decidiu conceder apenas metade do tempo.
 
As investigações começaram em março do ano passado, após denúncia do Ministério Público. De acordo com Cármen Lúcia, o prazo total solicitado pela PF não foi aceito porque "o atraso no processo somente interessa a quem não tem razão, independentemente do pólo ocupado na relação jurídico processual". 

Como o Judiciário está em recesso, a decisão caiu nas mãos da presidente do tribunal. O relator do inquérito é o ministro Edson Fachin, que volta às atividades em fevereiro. 

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