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Correio Braziliense

Moeda não atola mais, mas estradas ainda são precárias

Em 1994, uma Kombi com as primeiras notas do real empacou em um atoleiro; hoje, o mesmo trecho recém asfaltado já tem crateras

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postado em 29/06/2014 07:00 / atualizado em 29/06/2014 15:55

Paulo Silva Pinto - Enviado Especial /Redação

Carlos Eduardo/CBPress./D.A Press

 

Em junho de 1994, as primeiras notas de real na Transamazônica viajaram em uma Kombi, com escolta do Exército. De Altamira, a carga de R$ 120 mil seguiu para Medicilândia, a 90 km. Antes de chegar, empacou em um atoleiro e só voltou a rodar com a ajuda de muitos braços. Depois de seis horas de trajeto entre as duas cidades, parte das cédulas desembarcou na agência do Banco do Brasil no distrito de Vila Pacal, sede de uma usina de açúcar instalada pouco depois da estrada, em 1976. Leia mais matérias sobre o especial Real 20 anos

Carlos Vieira/CB/D.A Press


Duas décadas mais tarde, o percurso leva pouco mais de uma hora pelo trecho recém-asfaltado. Seria até um pouco menos caso as pinguelas de madeira já tivessem sido substituídas por pontes de concreto e se, em alguns locais, a pista, com pavimento ainda fresco, não tivesse sido tragada por desabamentos.

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