Complexos de energia eólica devem ajudar a movimentar economia

A esperança vem do vento: três parques estão em construção atualmente no extremo sul do Brasil

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postado em 30/06/2014 18:32 / atualizado em 01/07/2014 12:08

Diego Amorim - enviado especial

Zuleika de Souza/CB/DA Press

Chuí (RS) — De capacete, engenheiros, políticos e crianças de escolas das cidades vizinhas se revezam em visitas aos campos eólicos em construção no extremo sul do Brasil. As primeiras dezenas de torres — cada uma com 125 metros, contando a altura das hélices — estão fincadas nas pastagens e podem ser avistadas de longe por quem passa pela BR-471. A força dos ventos move a esperança de um desenvolvimento que nem a estabilidade do Plano Real concretizou.

Até 2016, estão previstos três parques eólicos na região: serão mais de 300 torres garantindo energia suficiente para abastecer 2,5 milhões de pessoas. Os dois primeiros, do Chuí e de Geribatu, devem ficar prontos em outubro deste ano. O terceiro, de Hermenegildo, no início de 2016. “Sendo bastante conservador, essas obras não representam nem 10% de todo o potencial”, afirma o engenheiro da Eletrosul Jorge Henrique Dimer, 36 anos.

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Por ora, apesar de números muito maiores terem sido divulgados, o polo eólico criou cerca de mil empregos diretos, sendo 80% deles ocupados por moradores de outros estados. Esse total pode dobrar até a conclusão das obras do terceiro parque. “O desenvolvimento é inevitável. A gente não tem dúvida da mudança nos próximos anos”, acrescenta Dimer, que se mudou de Florianópolis para Santa Vitória do Palmar, cidade à qual o Chuí era ligado até 1997.

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