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Publicação: 26/02/2011 20:42 Atualização: 26/02/2011 20:58
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O divórcio está tão disseminado que até em brincadeira de criança existe. Semana passada, por exemplo, a Mattel anunciou que Ken estava tentando conquistar a Barbie após sete anos separados. Eles ficaram 43 anos juntos, mas em 2004 resolveram acabar o relacionamento — mesmo sem nunca terem casado oficialmente. No Dia dos Namorados —14 de fevereiro nos Estados Unidos —, a fabricante anunciou a reconciliação do casal.
A jogada de marketing para promover os 50 anos do lançamento do boneco Ken é prova de que o divórcio é parte até do universo infantil. Afinal, as crianças lidam com padastros, meio-irmãos e famílias plurais. Paralelamente, o direito de família vai se modernizando. No ano passado, por exemplo, foi aprovada a Emenda Constitucional 66 para acabar com a separação judicial. Hoje o divórcio é mais rápido, não precisa mais ser justificado e nem a justiça tenta reconciliar o casal. Basta decretar o fim do afeto. A lei prevê que tanto os homens quanto as mulheres podem proteger os seus bens, seus direitos e até o seu nome ao casar. Por isso, é impossível não pensar: que medidas podemos tomar ao casar para facilitar o divórcio, caso ele seja imprescindível?
“No divórcio, cada caso é um caso. Não existe uma fórmula para dar certo. O casal divorciado deve descobrir qual o melhor acordo para ambas as partes”, explica o advogado Rodrigo Madeira Nazário, do escritório Madeira & Nazário Advogados Associados. Mas, os especialistas são unânimes: quanto mais se sabe sobre os direitos e deveres do casamento, menos surpresas se tem no divórcio.
Por essa razão, a Revista montou o guia prático do divórcio. Consultamos advogados, financistas e psicólogos para descobrir se é possível tratar o tema — tão disseminado em nossa sociedade — de forma pragmática. A conclusão é geral: com diálogo, se resolve juridicamente e emocionalmente quase tudo.
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