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O poeta que virou cerva

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postado em 27/09/2015 08:00 / atualizado em 25/09/2015 20:28

Zuleika de Souza

Zuleika de Souza/CB/D.A Press

O escritor mais conhecido da cidade, Nicolas Behr, resolveu lançar seu livro mais recente, Brasilyrik, de uma maneira diferente. Sábado passado, ele promoveu, no seu viveiro Pau-Brasília, a Septemberfest. Honrando os antepassados alemães, fez uma minioktoberfest em setembro.
Zuleika de Souza/CB/D.A Press

O livro tem seus poemas em versão bilíngue: português-alemão. E teve muita cerveja. Só não podia ser uma qualquer: o mestre cervejeiro Fábio Caldas, com orientação do Nicolas, estudioso do cerrado, desenvolveu quatro rótulos: a pale de assa peixe; a weizen com baunilha do cerrado; a amber de buriti; e a porter de sucupira — deliciosas edições limitadas da Käfer Cervejas Artesanais.

Já a Candanguice produziu taças especiais para a ocasião, além de mimos inspirados no poeta. Tinha até um bonequinho do Nicolas. A colônia alemã marcou presença, assim como ícones da cultura candanga.
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