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Mutirão de reconstrução mamária atenderá mais de 90 mulheres em Brasília

A iniciativa é da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e tem a segunda edição nacional este ano

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postado em 20/10/2016 15:52 / atualizado em 20/10/2016 19:50

Ailim Cabral

O Instituto Nacional do Câncer estima que, ao fim de 2016, serão diagnosticados 1.020 novos casos de câncer de mama em Brasília. Muitas vezes, o diagnóstico tardio faz com que a mastectomia seja parte do tratamento. O procedimento, no entanto, é considerado uma mutilação por muitas pacientes, que sofrem intensamente durante o processo de aceitação do próprio corpo. A cirurgia de reconstrução mamária é um direito garantido por lei desde 1999. Todas as mulheres mastectomizadas podem realizar a cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS).

As dificuldades surgem porque a fila para realizar a cirurgia é extensa e muitas pacientes esperam anos pelo procedimento. Diante de tal realidade, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) criou o Mutirão Nacional de Reconstrução de Mama, que este ano terá sua segunda edição. No Distrito Federal, o mutirão acontece entre 24 e 29 de outubro e vai beneficiar 93 pacientes. Estão previstas 81 cirurgias e 12 tatuagens reparadoras.

Entre as entidades envolvidas estão seis hospitais públicos e cinco privados, além de mais de 180 profissionais da saúde voluntários. Em 2012, na primeira edição do mutirão, mais de 500 mulheres foram beneficiadas em todo o Brasil. A expectativa para este ano é que sejam realizadas 800 cirurgias no país.

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