CASA

A iluminação bem planejada pode ser o toque especial de um ambiente

Mais que um detalhe, a iluminação garante beleza e funcionalidade a um ambiente. Para tanto, ela precisa ser bem planejada

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postado em 22/06/2017 10:27 / atualizado em 22/06/2017 11:06

A iluminação é um recurso que vai além das lâmpadas. Ela pode contribuir para a valorização do espaço, dos móveis e até mesmo dos objetos que compõem o ambiente. Sem a luz adequada, na maioria das vezes, o esforço dedicado à decoração passa a ser em vão, tornando comum algo que, com apenas um detalhe, poderia ser especial.

Maju Hosken/Divulgação
A escolha de um lustre ou pendente deve considerar duas importantes vertentes em um projeto de interiores: beleza e funcionalidade. Especialistas defendem que a opção correta pode garantir uma decoração agradável ao usuário, que vai apreciar todo o conjunto da obra de forma leve e confortável, tanto visual, quanto fisicamente.

A designer Maju Hosken explica que, antes de comprar a peça, é preciso fazer um cálculo luminotécnico — que ajudará na escolha da lâmpada para cada área a ser iluminada — e ter o projeto da disposição dos móveis no cômodo bem definido. “A temperatura de cor deve ser considerada, bem como o objetivo do espaço. O processo de escolha do lustre exige atenção para o cliente não ter aquela iluminação básica, apenas central, como é o caso de quando adquirimos um imóvel sem reforma.”

Na iluminação, podem ser usados lustres — normalmente direcionados a salas (de estar ou jantar) e quartos —; pendentes — luminárias com apenas uma lâmpada, usadas em salas de jantar, quartos, mesas laterais e bancadas —; plafons — embutidos no gesso ou no teto, em diferentes ambientes —, arandelas decorativas na parede e luminárias de chão.

A designer ressalta, porém, que os projetos são diversificados e não seguem nenhum tipo de regra. “O processo de criação do ambiente e a escolha da iluminação adequada dependem da criatividade e do bom senso. O que conta é a coerência com o estilo que está sendo colocado na casa”, afirma Maju.
 
Clausem Bonifacio/Divulgação
 

Lustres


Para o designer Raphaell Cruz, os lustres são peças clássicas, que devem ser usadas apenas quando o projeto combinar com o estilo. “Eles têm certos acabamentos e precisam casar com o restante do ambiente. Para escolhermos essa peça, é preciso um direcionamento, pensar no tipo da lâmpada e na questão da altura, ou seja, qual é a proposta”, explica.
 
Fabiana Câmara/Divulgação
 

Raphaell acredita que, dependendo do ambiente em que está inserido, o lustre pode ser usado não só em cima de mesas de jantar, mas também em quartos, halls de entrada, salas e mesas laterais. “O cliente e o designer definem, dentro de um projeto de iluminação, o que pode dar certo, sem esquecer da beleza e da funcionalidade.” Para a escolha, o profissional alerta que devem ser considerados a iluminação indireta e o conforto do espaço, que tem como finalidade proporcionar descanso e relaxamento.
 
Jomar Bragança/Divulgação
 
 
Segundo Maju, a tendência do industrial e do trilho, acompanhada da automação da iluminação, veio para acrescentar ainda mais aos ambientes. “Podemos escolher bem como direcionar a luz. A questão da automação e de podermos controlar a iluminação pode dar um toque especial ao ambiente.”

* Estagiária sob supervisão de Sibele Negromonte
 
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