São Paulo — Cerca de 250 educadores estiveram em São Paulo e participaram de atividades desenvolvidas especialmente para eles na quinta edição da Campus Party Brasil. Professores de todo o país, alunos de pedagogia, especialistas e gestores públicos puderam integrar o tema da educação ao da cultura digital.
A primeira atividade teve início com o professor de tecnologia educacional Sugata Mitra (veja entrevista a seguir), que explicou como a tecnologia e a educação podem caminhar juntas sem que para isso seja necessário proibir o uso de equipamentos eletrônicos na sala de aula. Palestras com os temas “A inclusão digital e a transformação socioeconômica”, “Lan houses como espaços de educação” e “Participação na era digital” fizeram com que campuseiros e visitantes compreendessem melhor de que forma a educação tecnológica influencia na educação e como isso pode mudar a visão cartesiana sobre o tema.
Para Lynn Alves, professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), o espaço educacional tem dificuldade em se relacionar com diversas tecnologias. Lynn cita o exemplo dos games. “A relação com os jogos eletrônicos tem um potencial de interatividade, de criar diferentes formas de aprendizagem. Os games podem abrir novos caminhos”, explicou.
A matéria completa você lê na edição impressa desta terça-feira (14/2) do Correio Braziliense
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