Após deixar empresa por assédio, funcionária cria o "Tinder feminista"

Programa criado por Whitney Wolfe pretende dar mais poder às mulheres: elas que devem dar o primeiro passo

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postado em 04/12/2014 10:33 / atualizado em 04/12/2014 11:18

O Tinder, aplicativo de paquera mais usado no mundo, quer ser democrático: homens e mulheres analisam os perfis dos alvos e, se a aprovação for recíproca, os dois podem iniciar uma conversa. Uma ex-funcionária da empresa que mantém o app, porém, quis dar mais poder às mulheres.

Reprodução


Whitney Wolfe era funcionária do Tinder até abril deste ano, quando deixou a empresa alegando sofrer assédio e discriminação do ex-vice presidente de marketing, que também era seu namorado. Motivada pelo empoderamento feminino, ela resolveu criar o próprio app. No Bumble, mesmo que o pretenso casal veja futuro no relacionamento, a mulher deve dar o primeiro passo.

Depois de as duas partes do casal dizerem sim, a mulher deve mandar a primeira mensagem em 24 horas. O único poder masculino é estender o prazo para mais um dia. No caso de pretendentes do mesmo sexo, o app não mantém a regra. Outra diferença é que o Bumble mostra mais informações sobre os usuários: faculdade que frequentou, cargo e empresa.
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