Praticidade faz pais e avós se renderem às facilidades digitais

Nem sempre é fácil, mas os mais velhos não hesitam em pedir ajuda "aos universitários"

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postado em 16/11/2015 07:00

André Violatti/Esp. CB/D.A Press

 

Quem nuca teve que ensinar aquele parente um pouco mais velho a usar as funcionalidades de um celular recém-comprado? Com a praticidade e a conveniência das novas tecnologias, é normal que pessoas que não nasceram na geração da internet se interessem pelos benefícios e queiram fazer parte dessa revolução. Mais normal ainda é que, no início, eles tenham algumas dificuldades e necessitem do auxílio dos mais antenados — geralmente, mais jovens.

Interesse, pelo menos, não falta: oito em cada 10 pessoas com mais de 50 anos têm um computador ou um celular com internet. Não se engane: os que nasceram em 1965, ou antes, estão de olho nas mídias sociais. As informações são de uma pesquisa da AVG Technologies feita com quase 6 mil pessoas em nove países. O estudo mostrou, entre outras coisas, que os brasileiros são os mais conectados. Para 80% dos entrevistados, a tecnologia é uma forma de distração. Para 70%, ajuda a compartilhar fotos e vídeos com parentes e amigos.

Apaixonada por fotografia, a aposentada Marlene Marques, 75 anos, foi aconselhada pela filha a comprar um smartphone para tirar fotos quando e onde quisesse. “Fiquei toda exibida. Estava tão entusiasmada que não desgrudava mais daquilo. Teve um dia em que fiquei tão envolvida com o WhatsApp que acabei queimando uma panela de arroz. A gente fica curiosa com tanta coisa nova que acaba fazendo besteira em casa”, brinca. Para que o acidente com a comida não volte a acontecer, Marlene diz que vem se policiando: só entra no aplicativo quando realmente tem tempo.

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