Drones são cada vez mais utilizados como hobby e projetos científicos

A regulamentação do veículo voador não tripulado, porém, ainda não foi completamente implementada no país. A Anac trabalha nesse sentido

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postado em 18/01/2016 10:25 / atualizado em 18/01/2016 16:03

É um pássaro? É um avião? Nada disso! E olha que também não é o super-homem, e está longe de ser um objeto voador não identificado (Ovni). Pequenos, acessíveis e equipados com quatro, seis ou oito hélices e câmeras de alta resolução que podem fazer vídeos e fotos em 4K, os drones — veículos voadores não tripulados — têm chamado a atenção do público e são cada vez mais comuns no céu da capital federal.

	Minervino Junior/CB/D.A Press


Apesar do sucesso, o que muita gente não sabe é que os miniaviões são utilizados há mais de 50 anos. Os primeiros testes foram feitos na década de 1960 pela Marinha dos Estados Unidos, que precisava encontrar uma forma de atacar postos e bases inimigas sem arriscar a vida de nenhum soldado. A experiência inicial foi um verdadeiro fracasso. A força aérea norte-americana resolveu, então, assumir o projeto usando câmeras no lugar de armas. A partir dos anos de 1980, os Vants (veículos aéreos não tripulados), como os drones também são chamados no Brasil, ficaram mais modernos e se tornaram mundialmente conhecidos, principalmente graças ao uso militar.

Apesar de contarem com uma tecnologia mais avançada do que as “máquinas de guerra” dos anos 80, os drones dos universitários Gabriel Hoeckele, 17 anos, e Gabriel Simões, 21, não passam de simples aparelhos voltados para a diversão.“Um amigo trouxe o DJI Phantom 1, o primeiro modelo que já vem montado, dos Estados Unidos. Depois de alguns problemas de funcionamento, eu consertei o aparelho e perguntei para ele se não tinha interesse em me vender”, relata Simões. O estudante diz ainda que o próprio equipamento conta com recursos automáticos de segurança. “A placa-mãe vem programada com um software que impede voos em áreas próximas a aeroportos e em lugares com muitos prédios”, detalha.

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Gabriel Hoeckele tem um modelo um pouco mais modesto e conta que encara o novo brinquedinho como muito mais do que um hobby. “É uma forma diferente de aprender a pilotar e tirar algumas fotos de ângulos legais. Tenho a intenção de, daqui a alguns anos, comprar um com sistema FPV”, relata Gabriel Simões. Para ele, a bateria é um dos pontos fracos do equipamento. “Quando ele está completamente carregado, consigo, no máximo, uns 10 minutos de voo. Levando em conta que demora cerca de uma hora e meia para carregar, é muito pouco”, afirma.

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