Proteção no mundo digital anda junto com os avanços tecnológicos

Cuidado na hora de postar informações e saber usar os aparelhos são pontos essenciais para quem quer se proteger na web

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postado em 11/03/2016 14:35

Divulgação/Fortinet
 

São Paulo (SP) - O avanço da tecnologia mudou os hábitos das pessoas. Aplicativos no celular, tablets e computadores são usados para executar diversas funções no dia a dia. Mas é importante saber como se proteger das ameaças tecnológicas e ficar atento aos perigos enquanto usamos os nossos aparelhos. O assunto é delicado, mas não deve levar à paranoia. As ameaças são antigas, apesar de terem evoluído ao longo dos anos, mas — assim como há mais acesso à tecnologia — há mais informações de como se prevenir dos ataques.

O segredo é saber como manter a privacidade sem parar de usar a internet. Não é necessário deixar de ficar online ou fora das redes sociais, e sim saber os riscos e que tipo de informações divulgar na web. Em um seminário sobre cibersegurança, realizado nesta quinta-feira (10), em São Paulo, a empresa norte-americana Fortinet, especializada em aparelhos de segurança de rede, alertou sobre a necessidade de um filtro pessoal e empresarial sobre que tipo de informação compartilhar em plataformas online e a importância de saber como funcionam os aparelhos e as redes de conexão. Ao conectar em um Wi-Fi, por exemplo, o usuário pode ter suas informações roubadas por um hacker.

De acordo com a Fortinet, as empresas são os maiores alvos de ataques cibernéticos. De outubro de 2015 a fevereiro de 2016, foram 32 milhões de casos. Devido aos lucrativos dados financeiros obtidos quando essas redes são infiltradas, as organizações bancárias e financeiras são alvo de 44,6% de toda a atividade maliciosa. Os hackers confiam em ataques de alta velocidade e concentram seus esforços em instituições financeiras com trojans sofisticados e estratégias de ataque para se infiltrarem e persistem dentro da rede.

 

Divulgação/Fortinet

 

Organizações do setor de educação representam 27,4% de todos os eventos de ataque e são a segunda vertical de maior risco. O setor de saúde ficou em terceiro lugar na lista de atividades maliciosas globais, com 10,6% dos eventos de ataque e destaque em exploit kits automatizados, com foco em inúmeras vulnerabilidades no Flash, Silverlight e Internet Explorer, para comprometer sistemas por meio de ações de drive-by-download ou websites infectados.

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