Brasileira desenvolve aplicativo que vai unir relacionamento e mapa astral

O Astromatch, que será tipo um Tinder com base nas afinidades astrológicas, é gratuito e estará disponível no próximo mês na versão beta

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postado em 29/03/2016 10:40 / atualizado em 29/03/2016 15:59

Divulgação/Astromatch

 

Muitas pessoas se inspiram nos astros na hora de avaliar um relacionamento amoroso. Pensando em facilitar a vida de quem acredita na compatibilidade zodíaca, a mato-grossense Luana Kawamura, 22 anos, está desenvolvendo um aplicativo para os amantes da astrologia, o Astromatch. O programa é uma espécie de tinder astrológico e promete ao usuário encontrar o par perfeito a partir das características do mapa astral.

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O aplicativo é gratuito e estará disponível para Android e iOS na versão beta no próximo mês. Para ter acesso ao programa, é preciso fazer o pré-cadastro na página do Astromatch, e preencher informações como hora, data e local de nascimento. Para dar credibilidade ao aplicativo, a estudante está contando com o apoio da astróloga Rebeca Vilaça, 22 anos. A profissional vai ajudar a calcular o grau de compatibilidade entre os mapas a partir de elementos, como signo solar, lua, ascendente e vênus. "Depois que as pessoas confirmam as informações, o aplicativo gera a porcentagem de afinidade que há entre um mapa astral e outro", explica Luana.

Divulgação/Astromatch


A ideia surgiu da própria vivência da estudante, que segue os passos da mãe, e recorre aos estudos da astrologia para o autoconhecimento. "Uma vez comecei a me envolver com uma pessoa e mandei uma indireta para saber o horário que ela nasceu e, então, fiz o mapa astral. Quando descobri, vi que o nosso relacionamento não ia dar certo e pulei fora", diverte-se Luana. Foi então que a mato-grossense, conhecida como a "louca dos signos", falou brincando para um amigo que faria um aplicativo para ver a compatibilidade entre os mapas e, para a sua surpresa, a brincadeira foi levada a sério.

Divulgação/Astromatch


O amigo que incentivou a criação do Astromatch foi o empreendedor João Vitor Chaves, 21 anos. O mineiro é um dos fundadores da startup que está ajudando a dar vida ao aplicativo de Luana. "Ele está me ajudando a desenvolver a programação e o design do aplicativo", explica a estudante. "Primeiro fizemos uma pesquisa de mercado para ver como seria o retorno das pessoas e elas adoraram a ideia", acrescenta.

“Não queremos que as pessoas achem que isso é uma piada”, afirma João Vitor. A astróloga iniciou os estudos na área há dois anos e diz que aplicará todo o conhecimento que tem sobre o assunto. “Estou trabalhando com essa compatibilidade a partir de pesquisas e leituras. Também conto com a ajuda de um profissional com mais de 40 anos de conhecimento no ramo. Então creio que tenho bastante propriedade para auxiliar na construção do Astromatch”, pontua a astróloga.

Divulgação/Astromatch


“A astrologia, apesar de sua exatidão, é muito subjetiva e depende muito dos dados pessoais que são fornecidos. Um minuto faz toda a diferença para a construção do mapa. Além disso, há pessoas que pensam que se o mapa delas não combinam com o do parceiro, devem terminar ou sequer começar um relacionamento. Não é isso que queremos”, explica Rebeca. “As vezes o mapa aponta que você é totalmente incompatível com outra pessoa, no entanto, através da astrologia, do autoconhecimento e do conhecimento do outro, é possível lidar com as diferenças, conseguindo ser muito feliz nele”, acrescenta.

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henrique
henrique - 30de Março às 00:44
Pleno século XXI e ainda tem gente que acredita em astrologia.