Apesar reduzirem os downloads ilegais, streaming não colocou fim à prática

Vontade do público de ter acesso imediato a lançamentos é um dos motores que estimulam os canais não oficiais

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postado em 04/04/2016 06:00 / atualizado em 04/04/2016 07:50

Arte/CB/DA Press

Nos últimos anos, os serviços de streaming de músicas e filmes, como Netflix, Foxtel, Spotify e Deezer, não só cativaram mais e mais usuários, como também foram apontados como um poderoso golpe contra a pirataria. De fato, pesquisas demonstraram um efeito desses canais sobre os downloads ilegais.

De acordo com estudo da Opinion Box, que sondou 1.112 brasileiros em janeiro do ano passado, 28,2% do público consomem conteúdo de streaming, e, entre eles, o hábito de baixar filmes em plataformas não oficiais é 31% menor do que do restante dos internautas. Em outra pesquisa semelhante, feita em outubro do ano passado, a IP Awareness revelou uma diminuição de 8% no consumo de pirataria entre jovens na Austrália, indicando que o motivo para a queda foi o surgimento de alternativas legais — a Netflix, principal empresa de streaming global, chegou ao país em março de 2015.

Contudo, o embate entre o mercado de música e vídeo e os serviços alternativos parece não ter fim. A cada dia, surgem diversos canais não autorizados que facilitam o acesso a conteúdos de entretenimento. E a oferta parece ilimitada. Segundo levantamento da Irdeto, empresa mundial que presta serviços antipirataria e de segurança de transmissões de alto valor, foram interceptados e desativados 3,7 mil sites em todo o mundo que faziam a transmissão ilegal dos jogos da Copa do Mundo de 2014.

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