TESTE

Moto G5 Plus agrada com bateria de longa duração e novo sensor de digitais

Aparelho chega ao mercado brasileiro com processador Qualcomm Snapdragon 625, 2GB de memória RAM e 32GB de armazenamento interno

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postado em 28/03/2017 18:58 / atualizado em 29/03/2017 12:42

Álef Calado/Esp.CB/D.A Press

Mesmo com os altos e baixos, a linha Moto G ainda é uma das mais vendidas no Brasil. O preço convidativo, que foi evoluindo ao longo dos anos, as câmeras de qualidade e o hardware de ponta ainda chamam atenção do consumidor brasileiro, que procura aparelhos com bom custo benefício. A quinta geração da família de intermediários da Lenovo, atual dona da Motorola, chegou ao Brasil no início do mês em duas variantes: G e G Plus. 

 

O Tecnologia testou o Moto G5 Plus, que conta com processador Qualcomm Snapdragon 625 com CPU octa-core de até 2GHz e GPU Adreno 506, 2GB de memória RAM, 32GB de armazenamento interno (expansível para até 128GB, via cartão microSD), display de 5,2 polegadas com resolução Full HD, leitor de impressões digitais com atalhos de acesso e bateria de 3.000mAh com carregador turbo power. As câmeras possuem 11MP com flash dual tone e abertura f/1.7 (traseira) e 5MP com lente grande angular (frontal). Aparelho chega às lojas por R$ 1,5 mil. 

 

Álef Calado/Esp.CB/D.A Press
 

 

Design 

A linha Moto G vem evoluindo com o passar dos anos e tanto o design quanto o material utilizado no acabamento da nova geração refletem essa evolução. Para entregar uma experiência mais premium ao usuário, a Lenovo optou por usar alumínio em determinadas partes do corpo do smartphone e plástico fosco com acabamento cromado em outras. A câmera e o sensor de impressões digitais ganharam bordas arredondadas e o display passou de 5,5 para 5,2 polegadas, deixando o aparelho mais confortável na mão. 

 

Software e performance 

A Lenovo fez poucas mas importantes mudanças no conjunto de processamento do Moto G5 Plus. Trocou o processador Qualcomm Snapdragon 617 com CPU quad-core de até 1.5GHz pelo processador Qualcomm Snapdragon 625 com CPU octa-core de até 2GHz. O novo chipset aguenta jogos e aplicativos mais pesados sem travar ou apresentar lags. Os 2GB de RAM podem parecer pouco para um aparelho de 2017, mas surpreendem e não apresentam lentidão no multitarefa. Durante os testes, o aparelho chegou a engasgar ao rodar alguns programas, e fechou outros que estavam em execução em segundo plano, mas nada que chegou a incomodar.  

 

O smartphone já sai de fábrica com a versão mais pura do Android 7.0 Nougat. As alterações feitas pela chinesa são as típicas ações de atalhos já implementadas há alguns anos pela Motorola - chacoalhar o aparelho para abrir a câmera, agitar duas vezes para ativar a lanterna, virar a tela para ativar o modo "Não pertube" e deslizar um dedo para diminuir o tamanho da área útil do display. 

 

Álef Calado/Esp.CB/D.A Press

 

A grande novidade fica por conta do sensor de impressões digitais, que além de servir para bloquear e desbloquear, ganhou atalhos de acesso que substituem os botões virtuais do sistema operacional. Quando ativado, o modo "Navegação em um toque", permite que o usuário deslize o dedo para a esquerda para acessar o multitarefa, para a direita para voltar e, com um rápido toque, retorne a área principal. De início, é relativamente complicado se acostumar com os atalhos, mas depois de alguns dias, fica tão natural quanto usar os próprios botões virtuais. 

 

Bateria

Pela primeira vez em muito tempo, eu não precisei me preocupar em levar o carregador para todo lugar. Os 3.000mAh do Moto G5 Plus duram um dia inteiro de uso constante e aguentam até dois dias longe das tomadas se você passar menos tempo grudado ao aparelho. O Tecnologia monitorou o funcionamento do smartphone e conseguiu 2h20 de streaming de música, 1h59 de navegação 4G, cinco minutos de jogos sem internet, 4h11 de navegação no wifi e 27 minutos de Pokémon GO (4G + localização). Ao final do dia, o aparelho ainda possuia 23% de bateria e, mesmo passando a noite toda ligado no Wi-fi, amanheceu com 18% de carga. 

 

Álef Calado/Esp.CB/D.A Press
 

 

O Moto G5 Plus traz ainda carregador TurboPower, que é incrivelmente rápido e leva aproximadamente 70 minutos para entregar 100% de carga. Resolvemos fazer o clássico teste dos 15 minutos e o novo intermediário da Lenovo aguentou 1h22 de uso. 

 

Câmera

A câmera tem seus altos e baixos. O sensor traseiro, de 11MP, possui flash dual tone e entrega fotos sem muita distinção de cor. A entrada de luz é boa e a abertura de f/1.7 permite imagens com baixa profundidade de campo (com o fundo desfocado). Para criar o efeito, basta aproximar o celular de algum objeto e esperar a lente fazer a sua mágica. 

 

O usuário que optar por usar o Moto G5 Plus para fotografar ambientes escuros vai ter um pouco de dor de cabeça. Em locais de pouca luz, o smartphone entrega fotos chapadas, sem praticamente nenhuma distinção de cor e com alto nível de ruído. 

 

 

 

O G5 Plus traz o mesmo software do G4 e da linha Z. Além do modo normal, o usuário tem a sua disposição os modos panorama, câmera lenta e um modo avançado, onde é possível alterar as configurações padrões e fazer fotos mais profissionais. 

 

Ficha técnica

Moto G5 Plus

Processador: Qualcomm Snapdragon 625 com GPU octa-core de até 2.0GHZ

Memória RAM: 2GB

Armazenamento interno: 32GB (expansível para até 256GB)

Dimensões (A x L x E): 15 x 7,4 x 0,77 (0,97 contando a câmera) cm

Peso: 169 gramas

Tela: 5,2 polegadas AMOLED Quad HD

Resolução: 1080x1920

Câmeras: Traseira de 12MP e frontal de 5MP

Slots para cartão: Dual SIM LTE 4G

Conectividade: Wi-Fi, Bluetooth 4.2, GPS

Sistema operacional: Android 7.0 Nougat

Extras: Carregador TurboPower

Preços: R$ 1.499

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