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postado em 23/11/2017 17:43

O Kremlin assegurou nesta quinta-feira (23/11) que faz um "trabalho intensivo" para celebrar em breve uma reunião na Rússia do regime sírio e a oposição com o objetivo de pôr fim ao conflito e apesar das "reservas" da Turquia.



"Sabemos que nossos sócios turcos têm algumas reservas sobre algumas forças [as milícias curdas], que consideram uma ameaça para sua segurança", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov à prensa.

"Mas isso não quer dizer que o trabalho não seja feito. Nossos especialistas têm pela frente um trabalho intensivo para decidir e validar as listas" de participantes, informou, explicando que a reunião será celebrada "em um futuro próximo".

Na quarta-feira, o presidente russo Vladimir Putin anunciou em uma cúpula em Sochi (sudoeste da Rússia) junto a seus homólogos turcos Recep Tayyip Erdogan e iraniano Hassan Rohania que os três apoiam a celebração de um Congresso de Diálogo Nacional Sírio para reunir o regime e a oposição.

No entanto, nada está decidido e Erdogan é muito reativo à participação nas negociações das milícias curdas, que controlam uma parte do norte da Síria.

 

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Já o chefe do Estado-Maior conjunto russo, Valery Gerasimov, anunciou também na quinta-feira que o exército reduzirá sua presença na Síria no final do ano.

"O comando em chefe tomará uma decisão e o grupo [na Síria] será reduzido", disse respondendo a perguntas da imprensa sobre qual será a presença militar russa na Síria quando acabar o ano.

"Será quando completarmos nosso trabalho, nosso trabalho militar, já falta muito pouco", acrescentou, sem dar detalhes sobre a retirada.

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