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Estado de Minas

Viena tem opções para todos os paladares em restaurantes e mercados

Aproveite para fazer compras em lojas de grife e se hospedar em hotéis que já foram palácios


postado em 24/12/2014 10:56

(foto: Juliana A. Saad/Divulgação)
(foto: Juliana A. Saad/Divulgação)
Não deixe de comer nas tradicionais barracas de doces (vendem confeitos, bolinhos, tortinhas e toda sorte de nozes glaceadas) e quiosques de cachorro-quente (wiener würstelstand), espalhados por Viena. A cidade é famosa pelos deliciosos confeitos e doces, além das unânimes salsichas vienenses. Seja no pão aquecido, temperadas com molho de raiz forte e mostarda süss (doce) ou scharf (temperada), seja uma käsekrainer (salsicha defumada), acompanhada de batata.

Os bebedores de cerveja e vinho estarão bem-servidos. A começar pelo Otrakringer (de 1837), onde copões de 500ml são entornados com gosto. Já os apreciadores de vinho devem saber que a produção local é a única em região urbana.

E os cafés vienenses (Kaffeehaus) são tudo aquilo que você imagina e muito mais, uma verdadeira instituição que não sai de moda desde o século 16. Há duas versões para o início: numa conta-se que em 1700, Diodato, um armênio que morava em Viena, abriu um estabelecimento servindo café acompanhado por um pequeno copo com água em meio a jornais, fumaça e bilhar. A outra versão, mais disseminada, diz que a bebida foi introduzida pelos turcos que, em 1683, abandonaram sacas às portas da cidade, após serem expulsos. Foi então que Franz George Kolschitzky (oficial do exército que viveu no Oriente e conhecia os grãos), pegou o produto e passou a servi-lo, unindo a ele açúcar e creme chantilly. Nascia, assim, o café vienense.

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