Que a força esteja com você: Star Wars e outras atrações da Disney

Inaugurada há pouco tempo, a parte dedicada à Star Wars vai fazer a diversão dos adolescentes e dos jovens. Cuidado para não esbarrar em Darth Vader por lá

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postado em 09/07/2015 16:46 / atualizado em 09/07/2015 16:52

Ataide de Almeida Jr.

Walt Disney World/Divulgação


Desde 2012, quando a Disney comprou a Lucasfilm, produtora da saga Star Wars, por US$ 4,05 bilhões, os parques e as lojas foram inundadas por produtos da franquia. É no Hollywood Studios, no entanto, que você encontrará a maior área dedicada ao sucesso dos cinemas de todos os tempos.

Esteja preparado para se deparar Darth Vader e os StormTroopers a qualquer hora. E se é fã mesmo, vá ao simulador (programe o seu FastPass+ antes para entrar na atração). O brinquedo, todo em 3D, conta com C-3PO, R2-D2 e Darth Vader. Vale a pena brincar, mas fica a sensação de que a Disney poderia fazer melhor.

Como é comum em todos os brinquedos, logo ao sair, você entrará numa loja temática. Dessa vez, vale a pena comprar o que deseja por lá mesmo, pois os supermercados e até mesmo os estabelecimentos do Downtown Disney não têm a mesma variedade de produtos. Se estiver hospedado em um dos resorts da empresa, peça para que as compras sejam entregues no seu quarto para evitar andar com sacolas.

Logo ao lado, fica um palco de apresentações com personagens do Star Wars. E, um pouco adiante, geralmente, Chewbacca e um Ewok ficam à disposição para fotos — nesse caso não há FastPass+, tem que esperar na fila.

Para viajar

A TAM inaugurou, em junho, um voo direto entre Brasília e Orlando. O JJ8048 é operado a bordo de um Boeing 767-300ER, tem 191 lugares na classe econômica e 30 na executiva. “Brasília representa uma opção vantajosa para conectar com rapidez os passageiros com origem ou destino no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil”, afirmou Claudia Sender, presidente executiva da TAM S.A. e da TAM Linhas Aéreas. O voo sai às 11h10 do Aeroporto JK e chega a Orlando às 18h30, oito horas de viagem, sem escala. O percurso inverso é feito com saída às 22h30 e chegada às 7h19.

 

Show de carros

 

Kent Philips/Divulgação


Quando foi construído, o Hollywood Studios teria um espaço para a produção de shows de televisão e filmes. A ideia não foi para frente, mas não é por falta disso que você não verá como é feita uma produção cinematográfica. O show Lights, Motors, Action! mostra como atuam os dublês nas cenas de perseguição com automóveis ou motos. São muitos explosões, derrapadas e aplausos durante quase 30 minutos. A Disney aproveitou o sucesso da animação Carros e colocou o protagonista do filme, o Relâmpago McQueen, como parte importante desse espetáculo. Uma dica: no local, o sinal wi-fi do parque não é bom. Se você acredita que vai se entediar, melhor nem ir, ou aproveite e baixe uns joguinhos para o celular.

Se gostou e quer insistir nessa pegada de shows de dublês, vale a pena ver a apresentação do Indiana Jones. Nela, a interação com a plateia é maior e você pode ser chamado a participar de uma das ações. Se é muito jovem, faça o dever de casa e assista aos filmes do paladino do chicote antes de participar, caso contrário, vai sair de lá sem entender nada.

 

De olho no amanhã

 

Walt Disney World/Divulgação


Sem dúvidas, a Comunidade Protótipo Experimental do Amanhã é o parque da Disney mais indicado aos adultos e idosos. Não está reconhecendo esse nome? Que tal Epcot? É a sigla para isso aí que você leu nas primeiras linhas. Segundo Walt Disney, o parque “será uma comunidade do amanhã que nunca será concluída, mas sempre estará introduzindo, testando e demonstrando novos materiais e novos sistemas”. No projeto original, havia uma área para uma cidade planejada de 12 mil habitantes. O plano, infelizmente, não deu certo.

Quando se fala que é o parque dedicado aos mais velhos, explica-se: são poucas as atrações que podem atrair jovens e crianças. Há, por exemplo, o Test Track, um local onde você cria seu protótipo de carro e, depois, entra em um veículo que chega rapidamente a 100km/h; e o Mission: Space, que simula um foguete, inclusive com a força 4G atuando (não aconselhado para quem tem claustrofobia). Além de brinquedos como o Nemo, uma viagem no fundo do mar; e o Soarin’, que simula uma passeio em uma “asa-delta” por diferentes cidades e biomas.

Walt Disney World/Divulgação


Fora isso, o melhor mesmo é caminhar e conhecer os 11 países que compõem o parque. Isso mesmo, em cada pavilhão do local há um território diferente e suas características típicas. Assim, Canadá, Estados Unidos, China, França, Alemanha, Itália, Japão, México, Marrocos, Noruega e Reino Unido estão bem próximos uns dos outros. A melhor dica é conhecer um pouco de cada e deixar de lado os EUA, já que está por lá mesmo, e ver as peculiaridades dos outros.

Passeio organizado

Faça o seguinte: estabeleça metas e atrações. Na Noruega, por exemplo, experimente os doces, dê uma olhada no museu que inspirou o filme Frozen e parta para a próxima cidade. Na Alemanha, beba uma cerveja, dê uma olhada nas refeições típicas e siga adiante. No Reino Unido, pare para conhecer um autêntico pub inglês. No Japão, entre na loja onde se vende pérolas tiradas de ostras na sua frente — uma atendente fica aos berros comemorando quando se encontra uma (mesmo sabendo que todas têm).

Walt Disney World/Divulgação


Feito isso, escolha o lugar que mais lhe agradou, dê preferência aos que têm uma melhor vista para o lago, porque é lá que rola o show mais esperado da noite: IllumiNations: Reflections of Earth. O espetáculo de fogos ilumina a noite do parque. Ao centro, uma bola mostra várias cidades e biomas — há, inclusive, menção a Brasília.

 

Aquela bola
Logo na entrada do parque, você vai ver um dos símbolos mais conhecidos da Disney, a Spaceship Earth. Lá dentro, você embarca em uma história pela evolução da Terra, passando pela pré-história até hoje. Tudo é contado em português. Lembre-se de seguir as instruções da tela para saber como será sua vida no futuro.

Entrada fácil
Desde a última visita da presidente Dilma aos EUA, ficou acertado que brasileiros que viajam com frequência ao país poderão se inscrever no Global Entry, a partir de primeiro semestre de 2016. Isso permitirá que quem já tem o visto possa evitar filas na hora da imigração, em casos específicos. O custo de adesão é de US$ 100, e vale por 5 anos. Para participar, é necessário fazer um cadastro e ser considerado de baixo risco pelas autoridades. Os principais candidatos são pessoas que visitam
o país regularmente a negócios. Para informações, veja cbp.gov/global-entry/about. No site do Turismo, há uma entrevista com a vice-presidente da US Travel Association, Patricia Rojas Ungar, para detalhar o processo.

Serviço

Epcot
200 Epcot Center Dr., Orlando
Ingressos: US$ 97 para crianças acima de 10 anos e US$ 91 para crianças de 3 a 9 anos
Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h

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