Cinco destinos belos e imperdíveis para conhecer na América do Sul

Do Equador à Argentina, as atrações passam por ilhas e vulcões. Confira dicas de passeios e boa viagem!

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 18/01/2016 09:00 / atualizado em 14/01/2016 18:09

 

Janeiro, tempo de férias, é um mês que deixa qualquer viajante inspirado a conhecer novos lugares. Mas, em tempos de dólar na casa dos R$ 4, pode pesar muito no bolso a decisão de atravessar a fronteira do país. Se você ainda não decidiu onde passar os dias de recesso, mas quer um destino internacional, países da América do Sul podem ser uma boa alternativa.

Segundo Juvenal dos Santos, superintendente de varejo da Confidence Câmbio, a valorização do dólar ampliou o interesse do turista por novos destinos. A empresa registrou crescimento na procura e até reforçou os estoques de moedas latinas, como Novo Sol Peruano. “A moeda dos Estados Unidos continuará sendo a mais consumida pelos brasileiros, mas hoje eles já exploram outros países, principalmente os da América Latina, onde encontram uma boa relação de custo-benefício no preço de viagens “, afirma o executivo.

Para visitar as maravilhas do continente, não é necessário ter passaporte, nem visto. Outra vantagem: passagens e gastos com estadia, alimentação e transporte costumam ser menores em países onde a taxa de câmbio favorece o real. O Turismo selecionou cinco lugares para você se deliciar. Aproveite:

San Andrés, Colômbia 

Pró-Export/Divulgação

A primeira parada do roteiro de cidades-amigas do bolso é uma ilha a 700 quilômetros da costa da Colômbia. Conhecida pelo mar de sete cores, San Andrés é paraíso duas vezes: por causa do mar e da facilidade de fazer compras, pois é uma zona franca. As noites da ilha são agitadas, com muito reggae e reggaeton. A passagem para o destino turístico sai por US$ 393. 

Ushuaia, Argentina

Enrique Marcarian/Reuters - 11/4/12

Apesar de conhecida como a Terra do Fogo, Ushuaia tem temperaturas que podem chegar a 20° negativos. Paraíso dos esportes radicais na neve, a região também abriga vulcões. Para visitar o local, vá até Buenos Aires e, de lá, pegue um avião para o aeroporto de Ushuaia, também conhecida como “cidade do fim do mundo”, por causa da sua localização geográfica, ponto mais ao sul do planeta. Foi colonizada por europeus há pouco mais de 100 anos. Quem deseja navegar pelo Canal de Beagle, alcançar o Farol do Fim do Mundo e a misteriosa Antártida tem como ponto de partida Ushuaia. Passagem a US$ 651.

Galápagos, Equador

AFP PHOTO / RODRIGO BUENDIA

Explore o lugar por onde passou Charles Darwin, em 1835. Depois de visitar o arquipélago, o especialista publicou a Teoria da Evolução das Espécies. Paraíso dividido em 13 ilhas, Galápagos oferece passeios exóticos, que vão de caminhadas por praias de areia vermelha a visitas a vulcões em plena atividade. A mil quilômetros da costa do Equador, constitui a segunda maior reserva marinha do mundo. Declarado Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera pela Unesco, tem espécies únicas, entre elas, o piqueiro da pata azul e a fragata, ave de cores vivas. Passagem até Quito — US$ 497 — e de Quito a Galápagos — US$ 345.

Mendoza, Argentina

Cavas Wine Lodge/Divulgação - 30/7/05

Os brasileiros que buscam a Argentina como destino de férias certamente vão esbarrar em algumas das 1,2 mil vinícolas de Mendoza, cidade famosa por aliar duas atrações que combinam bastante: vinho e neve. Menos procurada que Buenos Aires, por exemplo, a cidade oferece opções de esportes radicais, hotéis de luxo e prédios históricos. Há voos diretos saindo do Brasil a partir de US$ 442.

Viña del Mar e Valparaíso, Chile

AFP PHOTO/ARIEL MARINKOVIC

Separados por dois quilômetros apenas, Viña del Mar e Valparaíso são os destinos litorâneos mais famosos do Chile, banhados pelas águas geladas do Pacífico. A opção com melhor custo/benefício é sair de Santiago de ônibus — de avião, o trecho sai por US$ 406, e de Brasília a Santiago, custa US$ 442. 

* A cotação das passagens foi feita em 8 de janeiro

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.