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SEGURANÇA

Destinos bonitos e perigosos para visitar entre placas tectônicas

Terremotos e tsunamis não têm período certo para surgir. Países que convivem com o fenômeno fazem monitoramento

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postado em 14/11/2016 10:00 / atualizado em 09/11/2016 15:09

AFP PHOTO/Nicolas ASFOURI

Os sismos, ou terremotos, acontecem por causa da liberação súbita de energia do centro da Terra — normalmente gerada pelo choque de placas tectônicas. Apesar de haverem placas nos cinco continentes, a incidência de terremotos é mais frequente em alguns países. O Chile, que está no encontro da Placa Sul-Americana e a de Nazca, é um deles. Foi no país que ocorreu o terremoto mais forte já registrado: em maio de 1960, um tremor de 9.5 de magnitude na Escala Richter matou cerca de 1,6 mil pessoas e deixou mais de dois milhões sem casa. O abalo foi sentido em outros pontos da Terra, causando tsunamis no Havaí, Japão e Filipinas.

 

Não é preciso muito esforço para lembrar de algum terremoto no Japão. Isso porque o país está em uma das regiões mais sísmicas do planeta, o Círculo do fogo do Pacífico. O Japão também tem um terremoto na lista dos mais fortes do mundo. Um sismo, seguido de tsunami, de 9 de magnitude teve seu epicentro em Honshu, a maior e a mais populosa ilha do país. Mais de 15 mil pessoas morreram e 5,3 mil ficaram feridas.

 

Não existe como prever terremotos. Só é possível monitorá-los para tentar diminuir os danos causados — como pedir à população que deixe suas casas. Além disso, países que sofrem frequentemente com esses desastres naturais possuem técnicas para evitar ainda mais destruição. No Japão, Chile e Estados Unidos, por exemplo, as construções são erguidas levando em conta os tremores de terra. Paredes super-resistentes — as shear wall — e alicerces com suspensão para absorver o impacto dos sismos são apenas alguns dos artifícios usados para manter os prédios em pé. Para informações sobre abalos sísmicos no Japão, consulte o site www.jma.go.jp.

 

Gigantes

Comuns no Oceano Pacífico, os tsunamis já foram motivos de muita devastação em regiões costeiras. Os sismos submarinos, movimento de placas tectônicas, causam a formação de ondas gigantescas. Quando muito fortes e próximos a litorais, terremotos também podem ser a causa de tsunamis. Conheça alguns destinos que podem ser atingidos por essas grandes ondas. 

 

Os abalos

A escala quantifica a magnitude de sismos de 1, sendo imperceptíveis aos humanos, a 10 — magnitude nunca registrada na história.

 

Mar que mata

Assim como os terremotos, não é possível ter certeza de quando ocorrerá um tsunami. No entanto, a própria natureza dá um sinal importante de que algo está errado: um grande recuo da água do mar. Em 2011, antes do tsunami na Ilhas Galápagos, por exemplo, o mar recuou cerca de 30 metros.

 

Veja sugestões de passeio em países que convivem com duas instabilidades da natureza, os terremotos e os tsunamis:

 

UltraPanavision/Flickr

Ilhas Salomão, Melanésia

O destino é ideal para quem gosta de estar no meio da natureza. Além de várias praias, é possível visitar lagunas, cachoeiras e pequenas ilhas próximas. Para imergir na cultura local, não deixe de passar nos museus e no Mercado Central Honiara.

 

Erick Ue/Flickr

Phuket, Tailândia

A província tailandesa é figurinha conhecida entre os viajantes. Quem está sempre procurando por um novo destino possivelmente já ouviu falar das águas azuis-turquesa das praias de Phuket, como a Patong e a Karon.

 

J.DANG-NGUYEN/Flickr

Ilha de Java, Indonésia

É lá que está o maior monumento budista Borobudur, construído no século 7 como um templo hindu. Além disso, é possível se aventurar pelo Monte Bromo, conhecer museus, catedrais, templos e praias.

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