REINOS DO MUNDO

Descubra reinos europeus que merecem entrar nos planos de viagem

Em países governados por monarquias, visitar palácios é uma experiência indispensável para deixar a sua viagem cheia de histórias para contar

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postado em 12/12/2016 09:00 / atualizado em 07/12/2016 15:31

Justin Tallis/AFP - 27/5/15
 

Quem pensa que monarquia é coisa do passado pode se impressionar com a quantidade de países que têm uma família real no governo. São 44 no mundo inteiro. Saber disso é o primeiro passo para explorar esses locais de outra maneira. Roteiros que dão destaque à realeza terão idas obrigatórias a palácios, torres, exposições de peças da corte e cerimônias oficiais. As fotos prometem um festival de riquezas. Mobília, obras de arte, esculturas, porcelanas, tapetes e jardins — tudo conta uma história.

 

O Turismo preparou uma série de reportagens sobre reinos pelo mundo. Nesta edição, mostramos as atrações europeias que merecem entrar nos seus planos de viagens. Alguns palácios são residências atuais da realeza. Outros são exclusivos para a visitação turística. Se você já se imaginou como rei ou rainha, não perca a chance de explorar esses lugares. Na próxima edição, acompanhe nossas dicas de passeios em países governados por sultões. O título é equivalente ao dos monarcas, mas a cultura é um diferencial.

 

Rei, só que não
Na Idade Média, as monarquias eram absolutas e os monarcas tinham poderes ilimitados. Hoje, as monarquias constitucionais são maioria. Nelas, os reis têm poderes quase nulos para governar. Quem exerce essa função é o primeiro-ministro.

 

Terra da rainha
Na Europa, a Inglaterra é um dos exemplos mais conhecidos — é governada pela rainha Elizabeth II, em parceria com o primeiro-ministro (chefe de Estado). A rainha é soberana em mais sete países: Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Paquistão e Sri Lanka, além de uma série de ilhas espalhadas pelo pacífico. Londres coleciona residências da corte. Confira a seleção do Turismo.

 

Palácio de Westminster

Niklas Halle'n/AFP

Sede do Parlamento do Reino Unido, também é lar do relógio Big Ben. Caso seja sua primeira visita à cidade, procure por uma construção que possa ter cinco quilômetros de corredores e mil salas. Se quiser ver as câmaras dos Lordes e dos Comuns por dentro, é possível acompanhar as atividades da casa durante a semana, de graça, ou fazer um tour guiado aos sábados e ao longo do verão. Há várias opções de visita, inclusive noturnas.
» Quanto custa: 25,50 libras

 

Torre de Londres

Ben Stansall/AFP

Construída em 1080, já foi zoológico, prisão e casa da moeda, mas hoje guarda as jóias da coroa britânica e é Patrimônio Mundial da Unesco. Faça a visita guiada com um beefeater, mistura de guarda e guia turístico. Durante o passeio, você poderá manejar uma espada, ver uma coleção de armaduras e conhecer a história dos que viveram ali.
» Quanto custa: 25 libras

 

Palácio de Kensington

Ben Stansall/AFP

Morada do duque e da duquesa de Cambridge (William e Kate) e dos bebês reais, o palácio é usado como residência da família real desde o século 17. Quem visita o local pode ver uma exposição sobre a vida da Rainha Victoria e os vestidos usados pela princesa Diana, que também morou ali. Funciona todos os dias, das 10h às 18h.

» Quanto custa: 16,50 libras

 

Palácio de Drottningholm

Pudelek/Wikimedia Commons

A Suécia é outro país com forte tradição real. Catorze palácios espalhados pelo país já serviram de residência para a corte. O Palácio de Drottningholm, em Estocolmo, é uma atração turística imperdível, além de ser moradia da família do rei Carl XVI desde 1981. Como visitante, você vai ver o exótico Salão Chinês, um jardim barroco, outro inglês, objetos de arte dos séculos 15 a 19, e o teatro real — Slottsteater, de onde partem passeios guiados pelos bastidores. Uma experiência imperdível é assistir a um espetáculo de ópera no local.
» Quanto custa: 12 euros

 

Palácio Real de Madri

Sarita González/CB/D.A Press

Na Espanha, visitar o Palácio Real de Madri é indispensável para apreciar a suntuosidade de uma residência de monarcas. O desenho do edifício é inspirado nos esboços do artista barroco Gian Lorenzo Bernini para o Palácio do Louvre, em Paris. Retangular com um pátio no meio, a estrutura comporta uma galeria e uma praça, em frente ao prédio. O palácio foi construído para ser residência da corte, mas, há alguns anos, a família real espanhola escolheu viver em um local mais modesto, o Palácio da Zarzuela, que leva o nome de uma ópera espanhola. Fica nas montanhas de El Pardo e é menor, mas sem deixar de ser luxuoso.
» Quanto custa: 11 euros

 

Palácio Apostólico

Filippo Monteforte/AFP

No Vaticano, o sistema político é outro: monarquia absolutista.
Em vez do rei, quem governa é o papa. O soberano é eleito em um conclave (colégio de cardeais) para um cargo vitalício e detém os poderes legislativo, executivo e judiciário. Quem vai ao país precisa passar pela Praça de São Pedro, ponto de partida para várias atrações. Ali perto estão a Basílica de São Pedro e o Palácio Apostólico, residência atual do papa. O complexo de construções inclui os apartamentos papais (escritórios de governo da Igreja Católica), o Museu do Vaticano e a Biblioteca Apostólica Vaticana. Procure pelos afrescos das capelas Sistina e Nicolina e dê uma passadinha pela Sala Régia — que recebe concertos de música.

» Quanto custa: 10 euros

 

Palácio do Príncipe de Mônaco

Rodrigo Andara/Flickr

A lista de exceções não termina com o Vaticano. Mônaco tem seu diferencial: é um principado com um dos palácios mais incomuns da Europa. Até ser um Estado soberano, o país foi bombardeado por vários vizinhos. Por isso, enquanto os invasores construíam palácios à moda barroca e renascentista, Mônaco teve de erguer um palácio fortificado. O Palácio do Príncipe de Mônaco fica no alto de um rochedo com vista para o Mar Mediterrâneo. O prédio fica aberto para visitas durante o verão e funciona como museu. No dia a dia, é sede do governo de Mônaco e casa do Príncipe Alberto II.
» Quanto custa: 8 euros

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