ÁSIA

Bangcoc é a capital dos mochileiros e atrai aventureiros de todo o mundo

Viajar para a Tailândia virou roteiro quase obrigatório entre os brasileiros mais jovens que resolvem fugir dos destinos internacionais mais básicos, como Europa e Estados Unidos, e conhecer uma cultura diferente

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postado em 31/08/2017 10:00 / atualizado em 30/08/2017 17:31

Nos últimos anos, essa monarquia asiática virou a “capital dos mochileiros”, turistas que adotam estilo de viagem mais barato. O preço salgado dos trechos aéreos — entre R$ 3,5 mil e R$ 4 mil, mas sempre há promoções —  de mais de 40 horas (prepare-se para um fuso horário de 11 horas à frente) é totalmente compensado pelo custo de vida baixíssimo no país. Uma diária em hotel cinco estrelas em Bangcoc, por exemplo, pode custar R$ 120 (mais barato que um albergue em Paris ou Londres).

 

Está cansado de andar? Pegue um táxi do subúrbio para o centro por menos de R$ 8. A passagem de ônibus custa R$ 0,80. Para desfrutar de uma das gastronomias mais celebradas do Oriente, o visitante não paga mais de R$ 30 num bom restaurante. O valor cai para menos de R$ 5 nos tradicionais carrinhos de rua. Aproveite cada centavo visitando os principais pontos turísticos.

Jacques Rollet/Flickr

Jantar a bordo de balsas
Símbolo do reinado de Rama III e cartão-postal oficial da Tailândia (está estampado na moeda de 10 baths), o Wat Arun — Templo do Amanhecer é a principal atração dos cruzeiros realizados pelo Rio Chao Phraya, com saídas do porto Asiatique.

Prap Boonpa/Flickr

Templo favorito de muitos turistas
É no Wat Pho que se encontra a maior estátua de Buda deitado do país, com incríveis 46 metros. No local, está instalada uma das mais respeitadas escolas de massagem.

Skkiny Norris/Flickr

Bela furada a bordo do barquinho  
Mercados flutuantes na Tailândia podem ser uma verdadeira furada, como Damnoen Saduak, onde são vendidos suvenires made in China. Se quiser mesmo se arriscar, vá no Tailing Chan, onde comercializam comida.

Varun Chatterji/Flickr

Visita à Bangcoc do século passado    
Jim Thompson foi o empresário inglês que levou a cultura da seda à Tailândia. Sua casa, construída à beira do rio, virou um museu, que mostra os costumes do povo de Bangcoc.

Rasmus/Flickr

Luzes, compras e pura diversão 
No bairro do Siam está um dos maiores complexos de shoppings da Ásia. São mais de 10 gigantes conectados por passarelas, com preços e atrações variadas, de aquários a boates.

east med qanderer/Flickr

Um gigante todo em ouro    
Entre Chinatown e a estação de trem está o Wat Traimit, templo que abriga a maior imagem de Buda em ouro do mundo, com cinco metros de altura e 5,5 toneladas, esculpida no século 13.

Mike Brunette/Flickr

Realeza em todo lugar
Imagens dos membros da Dinastia Chakri estão presentes em todos os lugares de Bangcoc, seja em frente a prédios públicos, seja nas avenidas. Se for tirar fotos, cuidado para não faltar com o respeito. O povo leva a família real muito a sério.

Shakil Ahmad/Flickr

Para respirar o mesmo ar do rei    
Local mais visitado da capital, o Grande Palácio é um conjunto de edifícios que servem como moradia da família real desde o século 19. Os imponentes guardiões vigiam a entrada do templo do precioso Buda de Esmeralda.

Thailan-eric/Flickr

Caos, insetos e muitos tuk-tuks    
Passar por Chinatown vale mais para conferir os coloridos letreiros e as comidas exóticas. Ali ao lado, na Khao Sand Road (rua de mochileiros), desavisados se arriscam nas barracas que vendem escorpiões, gafanhotos e baratas “comestíveis”.

Bangkok/Reprodução

Um drinque lá as alturas   
Quase todo arranha-céu da cidade tem um rooftop bar na cobertura. Os preços são salgados, mas a vista vale. O mais famoso é o Vertigo & Moon (no 61º andar), onde foi filmado Se beber não case 2.

Pablo Gonzalez/Flickr

Moderno e panorâmico   
Para fugir do trânsito caótico (uma São Paulo cinco vezes pior), a melhor opção é procurar um hotel próximo às linhas do trem aéreo. O BTS conta com duas linhas e mais de 30 estações (serviço que deve ser ampliado até 2020). O serviço percorre toda a parte mais moderna de Bangcoc, como o distrito financeiro de Chong Nonsi, com direito à vista panorâmica e ar-condicionado geladinho. A cidade ainda tem uma linha de metrô (18 estações) e uma linha que liga o centro ao aeroporto. Os preços variam de R$ 1,50 a R$ 4,50.

Sirasak Kemasatien/Flickr

Central parque dos dragões    
Reserve um fim de tarde para o Lumphini Park, oásis entre os espigões do distrito financeiro. Aproveite uma aula de ioga gratuita ou fotografe os dragões-de-Komodo, que circulam livremente.

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