Ex-policial civil mantém namorada e enteada reféns no Guará II

Gabriela Lima

Rodolfo Borges

Publicação: 24/08/2009 12:01 Atualização: 24/08/2009 14:37


Um ex-policial civil mantém a namorada e a enteada, de 5 anos, reféns dentro de casa, no conjunto K da QE 15, Guará II, na manhã desta segunda-feira (24/8). As negociações para libertar as vítimas começaram por volta das 10h30, mas até agora o homem não informou o motivo do cárcere, nem o que quer para soltá-las. Segundo vizinhos, ele toma remédio controlado e teria tido um surto psiquiátrico.

No início da manhã, a polícia interditou a rua conhecida como Comércio da Pracinha. Por volta das 12h50, os agentes ampliaram o cordão de isolamento.

Segundo moradores do local, a confusão teve início na noite de ontem. Um vizinho chegou a ser ameaçado. Por volta das 5h, o ex-policial saiu de casa e deu seis tiros. A namorada mandou ele voltar para casa e, desde então, é mantida refém.

No portão de casa, o ex-policial colocou uma placa com a inscrição "4ª DP", o que reforça a hipótese de surto. De acordo com o delegado responsável pela área, Jefferson Gimenez, o homem foi afastado da Polícia Civil em 2001, porque fazia tratamento mental.

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Esta matéria tem: (15) comentários

Autor: Francinaldo Batista da Silva Silva
Graças a Deus, que esse psicodríaco, já não pertende a classe ELITE de Polícia do DF. Demorôo!!!! Bom trabalho senhores Policias que trabalharam no caso.!!!!

Autor: Magda
Gente, o meu comentário vale para policiais e não tarados. Aí, a conversa é outra.

Autor: Everaldo Silva
Abandonado é o servidor do exeutivo que ganha menos da metade do salário de um policial civil. Se ele foi afastado é porque ouve um processo administrativo.

Autor: Caroline Borges
É, e tem gente que não acompanhou a matéria desde o inicio, e não sabe que há atualização nas matérias. Povo que "pega o bonde andando". Se não acompanhou desde cedo, por gentileza, evite-nos a fadiga.

Autor: Marta Silva
Tem gente q não leu a matéria antes de comentá-la ou não soube interpretar a palavra "afastado". A materia NÃO diz q ele foi EXPULSO, e sim AFASTADO pq fazia tratamento mental, o q é mto diferente. Qdo a pessoa é afastada da atividade, poderá retornar assim q tiver condições. Qdo é expulso, não.

Autor: Caroline Borges
Na atualização dessa matéria - quando finaliza o sequestro - o fato é esclarecido. Ele é condenado por atentado ao pudor e, também, fazia tratamento mental. A namorada dele, tadinha, nem tinha consciencia disso. 30 aninhos, apenas!

Autor: Horst Mohn
Esperem! A matéria usou a expressão "afastado" e não, "expulso". Neste caso, uma coisa não quer dizer outra. Ele pode ter sido afastado das atividades e, de repente, estar sendo acompanhado pela corporação em seu tratamento médico.

Autor: José
Esta história estar mal contada, pois se um servidor público, tem algum problema mental, ele deve ser submetido a tratamento e acompanhamento médico pelo Estado e não expulsá-lo, deve haver um engano nesta materia ai..

Autor: VALÉRIA cOSTA
Esse tipo de situação poderia ser evitada se as autoridades dessem mais importância aos testes psicotécnicos q são feitos antes mesmo da entrada desse tipo de pessoa na polícia! Muitos são reprovados e entram c mandado de segurança, tomam posse e só fazem burradas como policiais.

Autor: Elziangela Andrade Rocha
Expulso porque fazia tratamento psicológico? Acho pouco provável, em agum lugar do caminho esta informação foi modificada. Ele deve ter sido aposentado ou afastado para tratamento.

Autor: Elziangela Andrade Rocha
Expulso por fazer tratamento mental? Com certeza não. É por isso que devemos desconfiar de tudo que lemos ou ouvimos antes de desnudarmos os fatos.

Autor: Fred Marx
se o servidor tem problemas mentais, compete ao Estado zelar pela sua saúde e não expulsá-lo como consta da matéria. O fato dele estar sendo submetido a tratamento médico não dá ao Estado o direito de excluí0lo da instituição. O Estado teria que acompanhar o tratamento dele até sua alta médica.

Autor: Algeir da Silva
Se o ex-policial foi expulso da Policia Civil porque fazia tratamento mental, caracterizou-se uma injustiça sem precedentes, pois deveriam aposentá-lo, auxiliando-o no seu tratamento com profissionais qualificados. A família dele também precisa de ajuda. Ainda é tempo para reverter essa injustiça.

Autor: Hildo Evaristo
Como expulso? Se tem problemas competia ajuda-lo e não expulsa-lo.

Autor: Magda
Essas profissões estressantes deveriam ter uma atenção maior por parte dos empregadores, pois não são poucos os policiais que entram em depressão no cumprimento de seu dever. Não é só aumentar salário, tem que dar melhores condições de trabalho, a fim de diminuir a tensão do dia-a-dia.

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