Três perguntas // Lucélia SantosComo é seu papel de professora, no filme Lula, o filho do Brasil?
Minha participação no filme é mínima, fiz apenas uma cena, que ocupou apenas um dia de filmagem. Foi uma participação afetiva, na verdade.
Essa afetividade tem a ver com identidade política?Não tem nada a ver com meu posicionamento político. Sou amiga do Fábio Barreto (diretor do filme), que é um fofo e sempre me convida para estar nos filmes dele. E eu também tenho uma ligação afetiva com o Lula. Então ele me convidou, fui lá e fiz apenas um dia de filmagem.
O que a professora tem para ensinar ao presidente?Na verdade, a professora queria o Lula para ela cuidar. Isso por achar ele muito pobre e bastante inteligente. Ela quer criar o Lula, até por um ato de compaixão. Mas a professora não conseguia imaginar que a mãe do Lula fosse tão forte.
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