Leilane Menezes
Publicação: 23/02/2010 23:15 Atualização: 23/02/2010 23:26
O ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Carlos de Almeida Azevedo, morreu na noite desta terça, aos 78 anos. Nascido em Salvador (BA), em 11 de janeiro de 1932, ele esteve à frente da gestão da universidade por duas vezes seguidas, entre os anos de 1976 e 1985.
O ex-reitor, que morreu de infecção pulmonar, deixa duas filhas e a esposa Maria do Carmo. O enterro será nesta quarta, às 17h, no Campo da Esperança.
Quando assumiu o cargo pela primeira vez, em 25 de maio de 1976, Azevedo tinha formação acadêmica em engenharia e arquitetura naval, em física e em engenharia nuclear, no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), nos Estados Unidos. Em 1965, o ex-reitor concluiu também o PhD em Física, na mesma instituição de ensino. Além disso, era oficial da Marinha.
Depois de deixar o cargo de reitor, o acadêmico lecionou em cursos de pós-graduação da UnB. A partir de 1976, passou a fazer parte do Conselho Nacional de Pós-Graduação e anos depois foi eleito membro da Academia Brasiliense de Letras, ocupando a cadeira número 11. Antes de se aposentar, ainda coordenou a Secretaria-geral do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Confira detalhes sobre a vida acadêmica do ex-reitor
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Esta matéria tem: (4) comentários
Autor: José Filho
-Quem viu a UnB livre de feudos políticos e isenta de senhores feudais que a tratam como se fosse um bem próprio e privado e grupos politiqueiros que atropelam todos que apereçam em seu caminho, cheia golpes políticos mentirosos, teem em Azevedo um exemplo de Reitor, infelizmente foi o último. Vá co
Autor: Luis Fernando
No seu tempo de reitor, TODOS os banheiros funcionavam....
Autor: Geraldo Nascimento
É com muito pesar que leio o passamento do ex- Reitor J.C. A. Azevedo, grande brasileiro, com profunda lucidez sobre os problemas educacionais do Brasil, tive a honra de ter sua assinatura em meu diploma. O Brasil fica mais pobre intelectualmente...
Autor: Teodoro vervloet
O MELHOR REITOR QUE A UnB JA TEVE ATÉ HOJE, E DIFICILMENTE TERÁ OUTRO IGUAL, VA COM DEUS AZEVEDO.