Agência Brasil
Publicação: 25/02/2010 20:28
A CNBB alega que a população ribeirinha e indígena que vive na região do Xingu será prejudicada e não teve “reais oportunidades” para debater o assunto. Mas, segundo o instituto, cerca de 8 mil pessoas participaram das audiências públicas que foram realizadas.
“O projeto original foi profundamente alterado e as condições que foram impostas pelo Ibama devem ser cumpridas para que seja autorizado o início das obras. E essas condicionantes atendem em especial nessa licença prévia a parte sócio-econômica, visando o bem estar das populações”, afirma o texto.
De
até
Esta matéria tem: (1) comentários
Autor: Francisco Vieira
Que país maluco, o nosso! A igreja tem que se preocupar com as almas das pessoas, uma vez que afirma existir a vida eterna e que por aqui tudo é passageiro! será que os religiosos não acreditam no que dizem? Já pensou se o Lula quiser mudar o formato da hóstia? cada macaco no seu galho!