Publicidade

Estado de Minas

Testemunhas de defesa foram pegas com celulares no hotel


postado em 20/11/2012 18:29 / atualizado em 20/11/2012 18:05

Ao final do depoimento do detento Jaílson Alves de Oliveira, a Juíza Marixa Rodrigues, decretou o encerramento dos trabalhos. Logo em seguida, o promotor Henry de Castro pediu a palavra e fez uma revelação polêmica. Cinco ou seis testemunhas de defesa foram pegas com celulares em hotéis, o que representa a quebra de incomunicabilidade. Segundo o promotor, um boletim de ocorrência foi lavrado e deve ser juntado ao processo.

De acordo com o promotor, o informante e co-réu do caso, Elenilson Vítor da Silva, foi flagrado enquanto usava o telefone. Por este motivo, segundo Henry de Castro, uma batida foi feita no hotel e outros aparelhos foram encontrados com pelo menos outras cinco testemunhas.

A juíza determinou um intervalo de 15 minutos para receber a certidão do processo de lavratura. Caso fique comprovado o uso dos celulares, as testemunhas podem ser dispensadas. Ao retornar para o plenário, a magistrada informou que os trabalhos estavam encerrados e a situação das testemunhas só serão resolvidas nesta quarta-feira.

Leia mais notícias em Brasil


Momento de afeto

Antes encerrar o júri, a juíza Marixa Rodrigues deixou que os réus, o goleiro Bruno Fernandes e o amigo dele, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, ter um encontro com alguns parentes. Macarrão foi abraçado por sua avó e chorou muito. Já o atleta, deu longos beijos na sua noiva Ingrid Oliveira. Após cerca de cinco minutos, eles foram levados de volta para a Penitenciária Nelson Hungria.

Os sete jurados também foram dispensados e voltaram para o hotel.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade