;O Ministério da Saúde só vai publicar isso como portaria nacional quando estiverem detalhados quais são os procedimentos a serem feitos pelos profissionais, os médicos que vão recomendar a cirurgia, a composição dessa equipe e o ato de consentimento dos pais;, afirmou. Padilha negou que a suspensão da portaria tenha ocorrido como uma forma de apaziguar os ânimos com grupos religiosos, em uma espécie de compensação pela sanção do projeto que garante, no SUS, o acesso à pílula do dia seguinte a vítimas de estupro. ;Não há nenhuma relação, estamos tratando de temas diferentes;, argumentou.
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