O policiamento na região está reforçado por policiais das UPPs e de homens do Comando de Operações Especiais. Entretanto, algumas viaturas da Polícia Militar que passam pelo local recebem vaias dos manifestantes.
Na mesma noite em que os jovens morreram, cerca de 300 pessoas participaram de manifestações. E, ontem, um protesto dos moradores da favela foi interrompido por policiais militares com o uso de bombas de gás lacrimogêneo e disparos de balas de borracha.
O garoto de 10 anos foi baleado na porta de casa, durante uma ação policial na comunidade, conhecida como Areal. A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Eduardo e os policiais envolvidos foram afastados.