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Estado de Minas

Para BHP, rejeitos da barragem ficaram abaixo das estimativas iniciais

A Samarco estima que cerca de 32 milhões de metros cúbicos de rejeitos foram lançados com o rompimento da barragem


postado em 08/01/2016 08:24 / atualizado em 08/01/2016 09:58

Impacto da barragem atingiu três estados(foto: Instituto Últimos Refúgios / Divulgação - 18/11/15)
Impacto da barragem atingiu três estados (foto: Instituto Últimos Refúgios / Divulgação - 18/11/15)


Mariana, MG - A BHP Billiton afirmou nesta sexta-feira (8/1) que a quantidade de rejeitos de mineração liberados quando a barragem da Samarco rompeu em Mariana (MG) parece ter sido consideravelmente menor que o volume inicialmente avaliado. A Samarco é uma joint venture da BHP com a brasileira Vale.

 

A Samarco estima que cerca de 32 milhões de metros cúbicos de rejeitos foram lançados com o rompimento da barragem - suficientes para encher mais de 11 mil piscinas olímpicas. Isso é "significativamente menos que algumas estimativas iniciais, que haviam sido de mais de 50 milhões de metros cúbicos", disse a BHP em comunicado por e-mail.

 

A ruptura da barragem no dia 5 de novembro gerou uma avalanche de lama, que destruiu vilas, poluiu centenas de quilômetros de rios e deixou uma maré avermelhada no Oceano Atlântico visível até do espaço. O vazamento ocorreu há mais de dois meses.

 

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A BHP afirma que a Samarco está atuando "para estabilizar os resíduos e impedir que mais material entre no sistema do Rio Doce".

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