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Brasileira morre ao passar mal em avião durante voo para Tailândia

Dois irmãos dela viajaram para Brasília para tentar rapidez na liberação do corpo junto ao Itamaraty. Eles também buscavam mais informações sobre o acontecido e a causa da morte

Agência Estado
postado em 01/05/2017 20:26
Dois irmãos dela viajaram para Brasília para tentar rapidez na liberação do corpo junto ao Itamaraty. Eles também buscavam mais informações sobre o acontecido e a causa da morte

A brasileira Regina Dezani da Costa, de 39 anos, morreu após passar mal em um voo que seguia de São Paulo para a Tailândia, na madrugada de domingo, 30. Ela estava a bordo na companhia de duas amigas brasileiras quando teria desfalecido.

A equipe médica a bordo deu o primeiro atendimento e, verificando a gravidade do caso, informou o comandante do voo, que optou por um pouso de emergência no aeroporto mais próximo, em Doha, no Catar. Regina foi levada para um hospital, mas não resistiu.

A família dela, que mora em Votuporanga, no interior de São Paulo, recebeu a confirmação da sua morte nesta segunda-feira, 1 ;, pelo Ministério das Relações Exteriores.

[SAIBAMAIS]Dois irmãos dela viajaram para Brasília para tentar rapidez na liberação do corpo junto ao Itamaraty. Eles também buscavam mais informações sobre o acontecido e a causa da morte.

As primeiras informações davam conta de que Regina teria sofrido um mal súbito e morrido ainda no interior do avião. De acordo com o Itamaraty, as informações oficiais serão prestadas somente à família.

Formada pelo Centro Universitário de Votuporanga (Unifev), Regina era administradora de empresas e trabalhava e morava em São Paulo. Ela e as amigas fariam um roteiro turístico no país asiático. Uma das amigas que permanecia em Doha falou com familiares e disse que Regina começou a passar mal de repente. Ela perdeu a cor e teria desmaiado.

O atendimento pelos médicos que estavam a bordo foi rápido. Depois que Regina foi retirada do avião e levada por uma ambulância, a amiga recebeu a informação de que Regina tinha falecido. Ela era filha de um policial militar aposentado e deixou três irmãos, Rosângela e os também policiais militares Robson e Rodolfo Dezani.

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