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Correio Braziliense

Professor de medicina da UFMG diagnosticado com febre amarela recebe alta

Secretaria de Saúde não considera o médico vacinado contra a doença. Professor, que chegou a receber transplante de fígado, pode ter contraído febre amarela em Caeté


postado em 29/03/2018 18:42

Professor de medicina da UFMG diagnosticado com febre amarela recebe alta(foto: Reprodução / TV UFMG/Divulgação)
Professor de medicina da UFMG diagnosticado com febre amarela recebe alta (foto: Reprodução / TV UFMG/Divulgação)

 
O professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Rodrigo Bastos Fóscolo, teve alta após mais de um mês hospitalizado. O docente, que estava internado no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, com o diagnóstico de febre amarela, chegou a receber um transplante de fígado de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A pedido da família, a assessoria de imprensa do hospital não deu maiores detalhes sobre o estado de saúde de Rodrigo.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a contaminação por febre amarela do médico aconteceu em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O médico não é considerado como vacinado pela pasta. 

"Até o momento não foi apresentada comprovação de histórico vacinal contra a febre amarela, assim, portanto, o paciente não é considerado vacinado contra a doença e não consta nos 11 casos de pessoas vacinadas que tiveram a doença", informou a SES-MG no últimos boletins epidemiológicos. 


Balanço de febre amarela em Minas Gerais


No estado, 145 pessoas morreram de febre amarela, de acordo com a Secretaria de Saúde. A pasta também informou que 413 casos foram confirmados e 607 ainda continuam em investigação. A predominância da doença no estado é em homens, sendo que eles representam 86,9% dos casos confirmados. As mulheres são minoria, totalizando 13%.

Conforme boletim epidemiológico, 11 pacientes, com histórico de vacinação, estão internados com exames positivos para a doença. Segundo a secretaria, eles permanecerão em investigação para levantamento de investigações clínicas e epidemiológicas para conclusão dos casos. 

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